Você sempre atualizado

Inundação repentina deixa 95 mortos e mais de 380 desaparecidos entre o Nepal e o Tibete

Uma avalancha de água invadiu a fronteira entre Nepal e o Tibet na manhã de quinta-feira, 26 de janeiro, deixando 95 mortos e 384 pessoas sem identificação. Casas foram arrancadas, pontes levadas pelos rios e estradas bloqueadas. As autoridades locais confirmaram esses números, enquanto imagens mostram o caos nos morros próximos a Rasuwa.

Entre os desaparecidos encontram‑se 291 estrangeiros, principalmente sul‑coreanos trabalhando numa usina hidrelétrica. O exército nepalese resgatou 88 vítimas até agora, enquanto a ponte de metal que cruzava o rio Bhote Koshi foi arrastada pelos fluxos. Equipes de socorro lutam por alcançar as aldeias totalmente isoladas pelas águas altas. Muitas rotas de evacuação foram cortadas e a mobilidade diminuiu drasticamente agora.

O distrito montanhoso de Rasuwa, habitado por cerca de cinquenta mil pessoas, está entre as áreas mais devastadas. O primeiro‑ministero declarou que milícias e tropas foram mobilizadas para intensificar os esforços de resgate. A origem da inundação ainda não foi esclarecida, e o Itamaraty informou que nenhum brasileiro foi registrado entre as vítimas.

O Nepal anunciou que o exército vai continuar operando na zona mais afetada, usando drones para mapear danos e localizar sobreviventes. Organizações humanitárias já estão distribuindo comida e água, embora rota de entrega seja complicada por alagamentos. A esperança permanece forte.

A causa da inundação ainda não foi definida, mas investigadores acreditam que chuvas intensas combinadas com o deslizamento de terra podem ter sido fatores. Buscam água residuals e detritos para identificar a origem exata. O governo local pede apoio de parceiros internacionais e da comunidade global para acelerar a reconstrução globalmente.

O Choque das Águas
Equipes de resgate enfrentam obstáculos graves, pois muitos prédios foram arrasados e as pontes colapsadas impedem o acesso. Helicópteros tentam pousar, mas chuvas torrenciais e remos turbulentos tornam o voo perigoso. Enquanto isso, a ONU tem enviado especialistas para avaliar o cenário e coordenar a distribuição de suprimentos.

O Nepal anunciou que o exército vai continuar operando na zona mais afetada, usando drones para mapear danos e localizar sobreviventes. Organizações humanitárias já estão distribuindo comida e água, embora rota de entrega seja complicada por alagamentos. A esperança permanece forte.

A causa da inundação ainda não foi definida, mas investigadores acreditam que chuvas intensas combinadas com o deslizamento de terra podem ter sido fatores. Buscam água residuais e detritos para identificar a origem exata. O governo local pede apoio de parceiros internacionais e da comunidade global para acelerar a reconstrução globalmente.

Os comentários estão fechados, mas trackbacks E pingbacks estão abertos.