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Influenciadora cancelada por fãs do BTS ironiza ataques em novo vídeo após polêmica

Pietra Bertolazzi voltou às redes sociais com um tom que mistura ironia e relato pessoal. A influenciadora havia se afastado depois de uma grande polêmica envolvendo fãs do grupo BTS. Agora, ela usa o humor para comentar uma série de episódios incomuns que diz ter enfrentado.

Ela brincou sobre o suposto "ativismo cívico" direcionado a ela. Entre as situações, estariam inscrições feitas em seu nome para ser mesária eleitoral em estados distantes. Pietra agradeceu de forma sarcástica pela "dedicação", mas fez observações sobre o clima de cada local.

A influenciadora também mencionou uma suposta filiação ao PT realizada sem sua autorização. Com ironia, disse que a ação doeria mais no partido do que nela própria. Falou ainda sobre ter recebido fotos do presidente Lula em casa, dizendo que as colocaria numa estante temática.

A onda de reações após a crítica

O ponto de partida foi uma opinião pública da influenciadora sobre os integrantes do BTS. Ela questionou a masculinidade dos cantores, o que gerou uma reação imediata e massiva dos fãs, conhecidos como ARMY. A repercussão negativa a levou a restringir seus perfis e anunciar uma pausa.

O que parecia ser uma discussão sobre gosto musical tomou proporções inesperadas. Pietra relata que as reações ultrapassaram o ambiente virtual, chegando a ações concretas no mundo real. O caso se transformou em um exemplo extremo de como uma polêmica online pode escalar.

Ela decidiu então gravar um vídeo detalhado para narrar sua versão dos fatos. O material não trouxe um pedido de desculpas convencional, mas sim uma sequência de provocações. Seu objetivo pareceu ser devolver a ironia e retomar o controle da narrativa que envolvia seu nome.

Do pedido de comida aos supostos crimes

Além das inscrições eleitorais, Pietra contou que começou a receber pedidos de comida em seu endereço residencial. Ela brincou, pedindo que parassem, pois não queria precisar de remédios para emagrecer por causa de uma "guerra santa" na internet. O tom era leve, mas o incômodo era evidente.

No entanto, a situação ganhou um contorno mais sério. A influenciadora afirmou que descobriu a abertura de contas bancárias em seu nome sem consentimento. Ela citou mais de setenta tentativas de compra com um cartão vinculado a uma conta sua no PicPay, classificando os atos como crime.

Ela informou que o caso está com a Delegacia de Crimes Cibernéticos de São Paulo. Pietra expressou confiança no trabalho dos investigadores e fez um alerta direto. Disse que os responsáveis pelas supostas fraudes seriam identificados em breve, com todas as consequências legais.

Reflexões e novas provocações

Mesmo abordando os transtornos, Pietra manteve suas críticas ao fandom do BTS. Ela usou o termo "facção" para se referir aos fãs que, segundo ela, se organizaram para ações coordenadas de assédio. A influenciadora chamou os envolvidos de "adolescentes bandidos" e também criticou adultos com tal comportamento.

Ela ainda fez um pedido de desculpas irônico pela crítica original à masculinidade do grupo. Afirmou que, após uma "pesquisa antropológica", concluiu que os sete integrantes eram como "guerreiros espartanos". Disse que a virilidade deles faria lenhadores e lutadores de MMA se sentirem inseguros.

Para finalizar, comparou a febre do BTS a fenómenos passados da música pop, como Backstreet Boys e Menudo. Sugeriu que toda moda cultural um dia passa, numa tentativa de relativizar o poder atual do grupo. O vídeo terminou sem um arrependimento claro, mas com a exposição dos limites que foram ultrapassados.

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