Sobral 24 horas relata que Neymar explica o bate-boca com a torcida do Atlético-MG e provoca: Pode me xingar
O Santos derrotou o Atlético‑MG na Copa Sul‑Americana, e o atacante Neymar Jr. não entrou em campo na vitória, mas acompanhou a partida do início ao fim na Vila Belmiro.
Apesar da ausência física, o jogador assistiu ao jogo e divulgou seus sentimentos, relatando que ficou impressionado com a tensão e a força da torcida rival.
Ele explicou que as provocações dos torcedores do Atlético são normais no futebol, desde que não evoluam para agressões físicas ou violências.
Nesse contexto Neymar defendia a rivalidade como elemento natural do esporte, ressaltando que o respeito ao clube e aos torcedores permanece intacto.
JOGADOR NA VILA BELMIRO
Neymar não foi chamado a jogar a vitória do Santos sobre o Atlético‑MG, mas assistiu ao confronto na Vila Belmiro e comentou nas redes. Ele ficou impressionado com a intensidade do jogo e com a força da torcida atleticana que preenchia o estádio. Não sente ressentimento, pois a provocação faz parte do futebol desde que não derrame para a violência. A rivalidade entre times permanece essencial à cultura do esporte brasileiro. Isso mostra que o futebol ainda pode ser espaço de entusiasmo sem violência. Real médio.
Além disso, o atleta deixou claro que não aceitará violência física, exigindo que os adeptos se controlem em momento. Somente gestos de mãos cruzadas ou insultos verbais são toleráveis, sua visão. Ele reforça que a paixão pelo jogo nunca deve se transformar em agressão. Para isso, o jogador pediu desculpas aos torcedores do Atlético e reiterou o respeito pelo clube e pela torcida. Seu tom permanece leve, como se estivesse conversando com amigos em uma praça. Assim, a disputa ficou marcada por inteligência, sem ódio. Isso mostra que o futebol ainda pode ser espaço de entusiasmo sem violência.
Além disso, o atleta deixou claro que não aceitará violência física, exigindo que os adeptos se controlem em momento. Somente gestos de mãos cruzadas ou insultos verbais são toleráveis, sua visão. Ele reforça que a paixão pelo jogo nunca deve se transformar em agressão. Para isso, o jogador pediu desculpas aos torcedores do Atlético e reiterou o respeito pelo clube e pela torcida. Seu tom permanece leve, como se estivesse conversando com amigos em uma praça. Assim, a disputa ficou marcada por inteligência, sem ódio. Isso mostra que o futebol ainda pode ser espaço de entusiasmo sem violência.
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