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PCCE e PCDF prendem suspeito de estupro de vulnerável em Ipaporanga

Um homem de 66 anos foi preso preventivamente nesta segunda-feira, em Ipaporanga, no interior do Ceará. A captura encerrou uma longa busca de quase uma década. Ele era procurado pela polícia do Distrito Federal por um crime muito grave.

A investigação aponta que ele cometeu estupro de vulnerável contra a própria enteada. Os abusos teriam ocorrido entre 2014 e 2015, em Taguatinga. Na época dos crimes, a menina tinha apenas nove anos de idade.

A denúncia foi formalizada em 2016. O suspeito prestou depoimento naquele ano, mas depois desapareceu. Ele cruzou o Atlântico e se estabeleceu em Portugal, tentando escapar da Justiça brasileira.

Uma investigação que nunca parou

O setor de inteligência da polícia civil do DF manteve o monitoramento do caso. A fuga internacional não significou o esquecimento. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no site Clevis Oliveira.

Em janeiro deste ano, o monitoramento deu um resultado crucial. Os policiais identificaram que o suspeito havia retornado ao Brasil e desembarcado no Ceará. Esse foi o ponto de partida para a ação final.

Com a localização aproximada definida, a polícia do DF acionou seus colegas cearenses. Foi iniciada uma operação conjunta para encontrar o endereço exato e planejar a abordagem. A cooperação entre estados é fundamental nesses casos.

A prisão no interior cearense

O trabalho de inteligência levou os agentes até o município de Ipaporanga. Lá, confirmaram o paradeiro do foragido e cumpriram o mandado de prisão preventiva. A ação foi realizada sem resistência ou incidentes.

Após a captura, o homem foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Crateús. Lá, todos os procedimentos legais foram registrados. Ele agora está à disposição da Justiça para responder pelo processo.

O caso volta a andar após anos de espera. A prisão preventiva serve para garantir que o acusado não fuja novamente antes do julgamento. Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no site Clevis Oliveira. A justiça, mesmo que lentamente, segue seu curso.

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