Na manhã de quarta-feira, uma quadrilha que se disfarçava de treinador conseguiu esquemear um golpe contra jogadores do Grêmio. Um homem suspeito foi prendido na cidade de Itaperuna, no Rio de Janeiro, depois de ser detido em operações conjuntas das polícias civis do RS e do RJ.
O fraudador usou números falsos de WhatsApp para fingir ser o técnico Luís Castro do Grêmio. Ele pediu dinheiro para apoiar um projeto social de cestas básicas, prometendo que o dinheiro seria usado para ajudar os atletas. Ele citou outro atleta que prometeu 600 cestas, pedindo adiantamento por fuso temporal.
As autoridades descobriram o esquema quando o golpista tentou contatar o zagueiro argentino Walter Kannemann sobre a chegada ao treino. O contato revelou que o contato não era o técnico e abriu caminho para a perseguição policial. O suspeito também tentou enganar o ídolo André D’Alessandro, gerando mais capturas indefinidas.
O presunto criminoso foi encontrado em Itaperuna, no estado do Rio de Janeiro, durante uma operação conjunta das polícias civilede do Rio Grande Sul e do Rio de Janeiro. Dois mandados de busca e apreensão foram emitidos e uma ordem de prisão preventiva foi concedida. Na manhã da polícia estadual.
O criminoso se passou pelo técnico Luís Castro usando um falso contato no WhatsApp. Ele alegou que ajudava um projeto social de cestas básicas e pediu contribuições financeiras. A vítima, o atacante colombiano José Enamorado, foi convidada a enviar R$ 22,5 mil. Ele citou atleta que pagaria 600 cestas, pedindo adiantamento.
Durante a operação, a polícia descobriu que o golpista tinha contatos com vários jogadores nacionais e internacionais. Informações incluíram um artista brasileiro de grande popularidade, mostrando um mapeamento sistemático de possíveis vítimas em esporte e arte. Esses dados permitiram iniciar investigações contra múltiplos participantes envolvidos no esquema antes da police.
O suspeito já passara por operações policiais no Rio de Janeiro em 2024, quando foi preso em flagrante numa tentativa semelhante. Seu histórico mostra passagens como jogador de futebol, o que facilitou a infiltração nas equipes alvo. Essa experiência anterior já havia demonstrado capacidade de manipular perfis profissionais no treino.
Os canais de comunicação da polícia revelaram que o esquema não ficou isolado ao futebol, abrangendo também a cultura pop e o teatro. Tais ações ajudam a prevenir novos crimes e a proteger talentos de toda a região. Quatro países participaram do trabalho conjunto, demonstrando a urgência da colaboração interinstitucional global.
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