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EUA deportam imigrante brasileiro para a Guiné Equatorial

Nos últimos meses, os Estados Unidos expandiram as deportações de cidadãos de diversos países para a Guiné Equatorial. Esse movimento gera debates em ambos os lados do Atlântico e mostra como a política externa americana puxa pessoas de fora.

Um exemplo emblemático é o Pietro Graza de Lima, que deixou a Flórida para ir à África. Seu nome surgiu em relatos de uma missão de expulsão que envolveu também cubanos e camaronenses.

Lima acabou permanecendo em Malabo, onde foi encaminhado ao Hotel Bamy e fica confinado à sua suíte. A situação reflete a aplicação rigorosa dos termos de acordo americano.

Esses episódios mostram que a expulsão não é apenas um ato individual, mas uma corrente que move milhares de pessoas ao longo do ano.

Pietro Graza de Lima, um imigrante brasileiro de sessenta e sete anos residente na Flórida, foi expulso pelos Estados Unidos no último mês de agosto. Juntos com vários cubanos e camaronenses, ele foi encaminhado a um país da costa ocidental da África, que já possui acordos de deportação com Washington.
Durante a viagem, Lima recusou‑se a descender do avião, tornando‑se assim o símbolo da resistência diante da expulsão. Logo, o governo brasileiro aprendeu tarde demais sobre o fato e precisou organizar um novo voo para levá‑lo à Guiné Equatorial, onde também são realizados deportos sob contrato americano.
**Na chegada ao aeroporto de Malabo, a Guiné Equatorial direcionou todos os deportados ao Hotel Bamy, uma propriedade da família Obiang. Atualmente, Lima e os companheiros estão confinados no quarto,

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