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Danilo Gentili e Diogo Portugal sofrem golpe milionário nos Estados Unidos, conforme relatado pela Sobral 24 Horas

Um casal brasileiro foi condenado nos Estados Unidos por fraudar um contrato de construção de uma casa de comédia em Orlando, e agora deve pagar cerca de quatro milhões e trêscentos mil reais ao vencedor. A decisão, reconhecida pela Justiça federal brasileira, foi homologada pelo Superior Tribunal de Justiça em novembro de 2025. Os autores, Danilo Gentili e Diogo Portugal, investiram mais de quatrocentos mil dólares no empreendimento, mas a obra nunca foi concluída. A Justiça considerou que elevaram valores que nunca foram realmente gastos, configurando uma fraude ao execucionário internacional. E o processo ainda segue para a execução final.

O plano surgiu em 2009, quando Danilo Gentili viu o clima de humor em Orlando e imaginou criar um club de stand‑up com artistas brasileiros. Em 2015 iniciou‑se a construção da “The Comedy Club Corp.”, prevista para abrir no verão de 2015, na International Drive, uma das rotas turísticas da capital fluminense. Gentili aportou US$ 344,7 mil e Diogo Portugal US$ 176 mil, somando mais de US$ 520 mil de capital próprio. A ideia era atrair público local e externo, oferecendo shows semanais e workshops para novos talentos. Que prometia transformar o entretenimento urbano e gerar receita para a comunidade.

Título 2

Durante a visita a Orlando, Gentili e Portugal perceberam que parte dos fundos investigados jamais foi despendida no local. Além disso, works realizados num apartamento diferente foram apresentados como intervenções no próprio club. Ao relatar essas irregularidades à justiça americana, os dois homens entraram com uma ação civil contra os credores. O tribunal estadual condenou que cada um pagasse US$ 420.048,28 para Danilo e US$ 215.291,78 para Diogo, acrescido de juros de 6,03% ao ano. A decisão foi posteriormente reconhecida pelo STJ como válida. Os autos continham provas de contratos fracionados e cartas de compra de materiais. Before the delivery was finished, the couple sold a property in August 2024, which the court saw as lack of specific fraud.

A condenação americana precisou ser homologada pela Justiça brasileira para ser executada aqui. O Superior Tribunal de Justiça confirmou a decisão em novembro de 2025, permitindo que os valores fossem cobrados no Brasil. Foram convertidos para reais, subindo para aproximadamente R$ 4,3 milhões, incluindo juros compostos desde 2020. Os advogados dos autórios solicitaram um arresto executivo para bloquear bens, mas o juiz recusou, argumentando falta de prova suficiente de risco de evasão. Além disso, o casal já vendeu uma propriedade em agosto de 2024, o que a Justiça considerou como ausência de fraude específica. O pedido incluía restrição de veículos sob o sistema RENAJUD.

Agora a fase de execução começou. Os credores devem entregar o valor em até quinze dias, sob pena de multa de dez por cento e de aumento de dez por cento nos honorários advocatícios. Se o pagamento não for feito voluntariamente, a dívida entra em um período de quinze dias para que os devedores presentem uma impugnação formal. Qualquer recusa será tratada como penhora judicial, podendo levar à confissão de bens e, em último caso, à penhora judicial. O caso mostra como a justiça pode garantir que promessas de negócios internacionais sejam cumpridas. Assim, o devedor tem tempo para negociar, reduzir a dívida ou apresentar defesa antes da penha. Sem atraso.

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