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Americanos são eliminados na despedida das irmãs Williams do US Open

Nas partidas de duplas, as irmãs americanas que venceram 14 torneios de Grand Slam nos anos 1999 e 2009 sofreram um revés diante de Hao‑Ching Chan e da australiana Maya Joint. Após duas horas e trinta minutos, o placar final foi 6‑3, 6‑7 (6‑8) e 7‑6 (10‑7), decidindo a derrota nas pontas extras. Os espectadores sentiram o peso grande da pressão quando a rivalidade se transformou em um confronto intenso aqui agora.

Na chave individual, a ucraniana Elina Svitolina, classificada décima, caiu frente à russa Anna Kalinskaya, que chegou à oitavas depois de vencer a número 23 do circuito. Emma Navarro, numbo 27, mostrou garra ao supercarimbar a tecida tcheca Karolina Muchova, que estava em sétimo lugar. Por sua vez, a campeã de Wimbledon Linda Noskova derrotou a china Ann Li por 6‑2, 6‑7 (6‑8) e 6‑2, confirmando seu status como favorita, verdadeiramente.

No simples masculino, o favorito americano Ben Shelton batiu o canhoto canadense Dennis Shapovalov em quatro sets, vencendo por 7‑6 (7‑3), 6‑7 (5‑7), 6‑3 e 6‑4. O próximo adversário será o grego Stefanos Tsitsipas, número 53, numa disputa que promete ser emocionante. Ao lado, Frances Tiafoe superou o monegaco Valentin Vacherot por 6‑4, 6‑2 e 6‑2, avançando para a próxima fase após vencer Daniil Medvedev.

Em duplas masculinas, Nuno Borges e Jaime Faria foram eliminados cedo, deixando Francisco Cabral como o único representante português que chegou à última rodada. Alex Michelsen, numbo 46, subiu ao octavo lugar ao vencer o espanhol Daniel Merida por 7‑6 (7‑5), 6‑4 e 6‑3. Essa vitória coloca Michelsen em posição de enfrentar o argentino Tomas Etchevary em quatro sets, e provavelmente fará isso com confiança crescente nas próximas semanas, no torneio.

Mesmo com tantos choques de talento, o arroz da competição permaneceu fresco, pois cada partida oferecia momentos surpreendentes. Dobras de correria, trocas de ritmo e decisões de último segundo mantiveram a tensão alta ao longo das noites. Lesistas conhecem que a luta de um dia pode mudar o rumo de um ano inteiro, e quem acompanha com atenção sai levemente mais motivado.

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Nas partidas de duplas, as irmãs americanas que venceram 14 torneios de Grand Slam nos anos 1999 e 2009 sofreram um revés diante de Hao‑Ching Chan e da australiana Maya Joint. Após duas horas e trinta minutos, o placar final foi 6‑3, 6‑7 (6‑8) e 7‑6 (10‑7), decidindo a derrota nas pontas extras. Os espectadores sentiram o peso grande da pressão quando a rivalidade se transformou em um confronto intenso aqui agora.

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