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Vorcaro orientou que pagamentos a esposa de Moraes não fossem feitos por Pix

Na última semana a Polícia Federal publicou um relatório que instruiu que os pagamentos ao escritório Barci de Moraes não possam ser efetuados através do Pix. A orientação veinte meses depois de um pagamento de três milhões ocorrido em julho de 2025, e parte dos dados foram apreendidos junto ao ex‑banqueiro Daniel Vorcaro. O relatório indica que os agentes analisaram mensagens que mostravam comandos sobre a forma de transferência dos recursos.

Meses antes, em julho de 2025, Vorcaro avisou que o escritório da família do ministro Alexandre de Moraes não possuía acesso ao contrato principal, exigindo transparência total. As conversas demonstram uma sequência de pedidos de pagamento e acordos com a Viking Participações, onde o Barci de Moraes recebeu cerca de três milhões de reais para a equipe jurídica e auditoria.

O centro da investigação são quatro milhões e cinquenta milhões de reais em ativos que ligam o Barci de Moraes a um jato Legacy 650 e a um helicóptero Airbus EC 155 B1. Um dos contratos analisados foi assinado em maio de 2025 entre o Barci de Moraes e a Viking Participações, ligada ao ex‑banqueiro. O acordo previa remuneração que podia atingir cinquenta milhões ao longo de trinta e seis meses, com parte dos fundos a ser liquidada por meio de venda de aeronaves incluindo um jato Legacy e um helicóptero Airbus.

Título 2
Polícia federal revelou que a direção do ex‑banqueiro Daniel Vorcaro ordenou que nenhum valor para o escritório do Barci de Moraes seja pago com o Pix. A decisão baseia‑se em documentos obtidos durante a investigação de 1º de outubro de 2025. O relatório indica que os agentes analisaram mensagens que mostravam comandos sobre a forma de transferência dos recursos.

Meses antes, em julho de 2025, Vorcaro avisou que o escritório da família do ministro Alexandre de Moraes não possuía acesso ao contrato principal, exigindo transparência total. As conversas demonstram uma sequência de pedidos de pagamento e acordos com a Viking Participações, onde o Barci de Moraes recebeu cerca de três milhões de reais para a equipe jurídica e auditoria.

Outro ponto envolve um contrato de cento e quinze milhões de reais firmado em maio com a editora de advogados da wife do ministro Alexandre de Moraes. O documento previa remunerações até sessenta milhões ao longo de trinta anos, com a maioria dos pagamentos via instrumentos bancários convencionais. Os termos não definiam forma de transferência. Isso exigindo escrutínio dos gestores.

Título 2
Em 24 de julho, uma fatura de vinte e dois milhões e oito centesimos de milhão foi emitida pelo Barci de Moraes, solicitando pagamento pelo término do contrato. No início de outubro, o ex‑banqueiro reforçou a proibição de usar Pix, dizendo que todos os valores devidos ao escritório deveriam seguir outros meios.

Em julho de 2025, Vorcaro Questionou a utilização das cotas e recebeu respostas positivas do Barci de Moraes, afirmando que as aeronaves já eram empregadas. Posteriormente, a conversa revelou que havia preocupações com o risco reputacional, pois usar uma empresa de propriedade não transparente poderia prejudicar a imagem de quem intervém.

Essa exigindo escrutínio dos gestores.

Título 2
Outro ponto central envolve um contrato de cento e quinze milhões de reais firmado em maio com a editora de advogados da wife do ministro Alexandre de Moraes. O documento previa remunerações até sessenta milhões ao longo de trinta anos, com a maioria dos pagamentos via instrumentos bancários convencionais. Os termos não definiam forma de transferência. Isso exigindo escrutínio dos gestores.

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