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Vereador do MA é preso suspeito de vingar a morte do irmão e matar homem

Um vereador do Maranhão está preso, suspeito de um crime que chocou uma cidade do Piauí. Hélio Sousa Neto, da cidade de Balsas, se entregou à polícia nesta quarta-feira. A prisão temporária dele já estava decretada desde dezembro, mas só agora foi cumprida.

O caso envolve o assassinato de Luís Carlos do Nascimento, em outubro do ano passado. A vítima foi atingida por tiros disparados de um carro que passou em frente à sua casa, em Santa Filomena. As investigações tomaram um rumo decisivo quando a polícia rastreou o veículo usado no crime.

O carro era alugado. E o contrato de locação estava no nome do próprio vereador Hélio Sousa Neto. Essa descoberta foi o principal elemento que levou os investigadores até ele. A polícia agora trabalha com a hipótese de que o crime foi uma vingança.

O possível motivo por trás do crime

Tudo indica que a tragédia atual é um capítulo de uma história mais antiga. O irmão do vereador, Antônio Sousa Neto, foi morto a tiros em setembro de 2024, no Maranhão. Luís Carlos, a vítima do crime em Santa Filomena, era o principal suspeito daquela morte.

Na época, os dois homens teriam discutido por causa de uma cobrança de pagamento. A relação entre eles era de emprego, segundo as investigações. A polícia busca entender se o ataque a Luís Carlos foi uma retaliação direta pelo homicídio do irmão do parlamentar.

Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no site Clevis Oliveira. A linha do tempo mostra uma sequência de violência que liga duas cidades e duas famílias. A polícia do Piauí e do Maranhão segue cruzando dados para reconstruir todos os detalhes.

A versão apresentada pela defesa

A advogada do vereador, Renata Souza, nega veementemente qualquer envolvimento do cliente. Em um vídeo publicado nas redes sociais, ela afirmou que existem provas sólidas da inocência dele. Ela descreveu a trajetória de Hélio como pautada pelo trabalho e pela honra.

A defesa argumenta que o parlamentar foi pego de surpresa pelo mandado de prisão. Segundo os advogados, ele nunca foi notificado sobre a investigação que corria contra ele. A primeira notícia teria vindo pelas redes sociais, causando espanto na sociedade de Balsas.

“A verdade real prevalecerá sobre qualquer narrativa precipitada”, declarou a advogada. Ela confia que o processo legal irá absolver o vereador. A Câmara Municipal de Balsas foi procurada para se manifestar, mas ainda não se pronunciou sobre o caso.

Os próximos passos do processo

Com a prisão temporária decretada, o vereador deve permanecer custodiado pelos próximos cinco dias. Esse prazo pode ser prorrogado pela Justiça, se necessário. O objetivo é permitir que a polícia conclua as investigações urgentes e o interrogatório.

A polícia trabalha para identificar quantas pessoas estavam no carro no momento do crime. Apenas o aluguel no nome do suspeito não basta para configurar autoria. Os investigadores buscam provas que liguem Hélio diretamente à cena ou à ordem do ataque.

Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no site Clevis Oliveira. Enquanto a defesa prepara um pedido de liberdade, a promotoria coleta evidências. O caso segue sob sigilo, mas novos desdobramentos devem surgir nos próximos dias, à medida que as autoridades se manifestam.

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