Você sempre atualizado

Trump flexibilizará cotas de importação de carne moída por 90 dias para reduzir preços

Trump decidiu ontem que vai abrir portas para a carne americana chegar ao mercado brasileiro, prometendo cortar o preço em até quarenta e cinco percentuais. A proposta é feita como acordo temporário de noventa dias, com a meta de tornar o produto mais acessível para as famílias americanas. Embora o ex‑presidente tenha deixado em aberto quem efetuará a redução, o foco está claro: mais carne e preços menores. Espera‑se que a medida resolva a crise que já afeta supermercados e restaurantes de todo o país.

Inflation no país foi alta desde o início da pandemia, e a carne bovina já figurava entre os itens mais caros. Em maio, o bife subiu vinte e cinco por cento em relação ao ano anterior, enquanto o gasto médio por libra triplicou rapidamente. Isso fez com que muitos americanos recorressem a marcas mais baratas ou adiarem compras. O governo federal já havia retirado tarifas de produtos como café e carne, buscando aliviar o peso das contas.

Com tal cenário, Trump trouxe a solução negociada às mãos do Congresso, prometendo que, se a carne chegar com preços menores, o Grande Rebanho Bovino americano poderá crescer novamente. A medida também abre caminho para futuros acordos, pois mostra que o governo está disposto a lidar com questões de abuso de poder no setor agropastoral. O debate ainda está em fase inicial, mas já gera expectativa entre consumidores, produtores e analistas econômicos.

Título 2
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na sexta‑feira que vai permitir a chegada de até 300 mil toneladas de carne moída, mantendo a taxa de tarifas baixa. O acordo tem duração de 90 dias e busca reduzir o preço do produto nas prateleiras dos supermercados. Segundo o tomador de decisão, a medida visa ajudar os americanos a pagar menos caro quando vão ao mercado. O objetivo é aliviar o peso dos custos que já têm surpreendido cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.

Aumentos nos preços da carne são evidentes desde a pandemia de COVID‑19. Em maio, o bife subiu 15% em relação ao ano anterior, enquanto o valor médio por libra triplicou em menos de dois anos. Os preços cresceram mais de cinquenta por cento, passando de menos de quatro dólares em janeiro de 2021 para quase seis dólares e noventa e dez centavos em julho deste ano. Essa volatilidade afeta não só os consumidores, mas também pequenos produtores que lutam para manter preços estáveis. Com teto elevado, as famílias precisam usar orçamento limitado para comprar carne, muitas vezes escolhendo opções mais simples ou adiando refeições da semana.

Os EUA já haviam diminuído tarifas sobre produtos brasileiros como carne e café, tentando abrir fronteiras para o rebanho americano. Recentemente, o governo federal assinou decreto que facilita a entrada de carne argentina, ampliando cotas isentas de impostos. Já em agosto, Peter Navarro, consultor da Casa Branca, denunciou que empresas brasileiras como JBS e Cargill participam de um cartel que pressiona os preços. Essas ações visam garantir que o Grande Rebanho Bovino possa voltar a prosperar, embora ainda haja incertezas sobre quem pagará o desconto. Enquanto isso, analistas apontam que a redução de tarifas pode acelerar a exportação de soja e insumos, beneficiando a cadeia agrícola.

Os comentários estão fechados, mas trackbacks E pingbacks estão abertos.