O São Paulo fechou um novo acordo com a fornecedora de material esportivo, e os números impressionam. O clube deve ampliar significativamente sua receita anual com a parceria. As conversas já estão finalizadas, restando apenas a formalização interna. A expectativa é de um impacto financeiro bastante positivo para os cofres tricolores.
O valor do contrato atual, que vai até 2026, é de até 25 milhões de reais por ano. A nova proposta eleva essa quantia para uma faixa entre 30 e 35 milhões anuais. Esse aumento representa um crescimento real que pode chegar a 40%. Uma injeção de recursos dessas faz toda a diferença no planejamento de um clube.
A duração do novo vínculo também chama a atenção. Enquanto o acordo vigente tem três anos, o próximo se estenderá até 2032. Isso garante estabilidade e previsibilidade para o planejamento de longo prazo. É uma segurança financeira importante em um cenário esportivo tão imprevisível.
Estrutura do novo acordo
A composição do valor segue uma lógica mista, com partes fixas e variáveis. Haverá um montante garantido pago pela fornecedora ao São Paulo todo ano. Além disso, entram em cena os royalties, que são porcentagens sobre as vendas de produtos. Esse modelo já existe no contrato atual e se mostrou eficaz.
A grande novidade está no piso estabelecido para esses royalties. Atualmente, os ganhos com vendas variam conforme o desempenho comercial. No novo contrato, será garantido um mínimo de 15 milhões de reais só nesse item. Se as vendas bombarem, o clube ganha ainda mais, sempre partindo dessa base segura.
Outro ponto estratégico é a cláusula de exclusividade. A marca terá seus direitos protegidos no estado de São Paulo. Isso significa uma presença fortalecida no mercado local, sem concorrência direta de outras marcas esportivas no território. É um detalhe comercial que agrega muito valor ao negócio.
Caminho para a aprovação final
Todo o acerto já está selado entre as partes envolvidas. O que falta agora é o aval dos órgãos internos do clube. O processo segue um rito definido pelo estatuto do São Paulo, que usa as Contribuições Associativas como referência. Essas CAs são as mensalidades pagas pelos sócios.
Contratos de alto valor, como este, precisam passar pelo Conselho de Administração. O próximo passo é a análise pelo Conselho Deliberativo, que também deve aprovar a medida. A previsão é que toda a tramitação seja concluída até o próximo mês. O trâmite é considerado uma formalidade, dado o bom termo das negociações.
Assim que os conselhos derem seu aval, o novo contrato entrará em vigor. A parceria de longa data ganha, então, um capítulo renovado e muito mais vantajoso. Para o torcedor, é a garantia de que o clube segue se estruturando com solidez nos bastidores.
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