Imaginar a aprovação dos governadores como uma tabela de campeonato brasileiro dá um sabor especial à política. É uma forma de traduzir números e pesquisas em algo que todo torcedor entende na prática. No último levantamento nacional, quem lidera com folga a classificação é o governador de Goiás, Ronaldo Caiado. Ele atinge a marca impressionante de 80% de aprovação, deixando os concorrentes para trás. O segundo colocado, Rafael Fonteles do Piauí, aparece com 69%. A distância entre o primeiro e o segundo lugar mostra uma campanha realmente dominante no centro-oeste.
O governador do Ceará, Elmano de Freitas, ocupa a décima posição neste ranking nacional. Seus números são de 55% de aprovação contra 40% de reprovação. Na analogia futebolística, seria um time sólido no meio da tabela. Está longe da briga por títulos, representada pelos primeiros colocados, mas também bem distante da zona de rebaixamento. É um desempenho que reflete estabilidade, sem grandes sobressaltos negativos ou positivos.
A pesquisa ouviu quase duzentas mil pessoas entre outubro e dezembro do ano passado. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos. Esse volume de entrevistas dá uma fotografia bastante confiável do momento político em cada estado. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no Pronatec. Elas ajudam a entender para onde o vento está soprando na avaliação que o cidadão faz de seus governantes.
Os Líderes da Aprovação
Ronaldo Caiado, do União Brasil, não apenas lidera como estabelece um patamar muito alto. Apenas 15% da população goiana desaprova sua gestão. Esse resultado chama a atenção e certamente será um ponto de análise para outros gestores. O que está sendo feito em Goiás que gera tanta satisfação? Em segundo lugar, Rafael Fonteles, do PT, mostra que uma boa avaliação não é exclusividade de um único espectro político. Seus 69% de aprovação são um trunfo importante.
Completam o grupo dos mais bem avaliados Helder Barbalho do Pará, Eduardo Riedel de Mato Grosso do Sul e Jorginho Mello de Santa Catarina. Todos com índices acima de 60%. É interessante notar a diversidade geográfica e partidária nesse topo. Governadores do Norte, Centro-Oeste e Sul aparecem lado a lado. Isso indica que a aprovação está ligada à percepção local de trabalho, mais do que a uma onda nacional única.
Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no portal Pronatec. A força desses governadores reside na conexão com as demandas específicas de seus estados. Um bom desempenho na saúde, segurança ou em obras pode pesar mais do que a sigla partidária. O cidadão comum avalia o que chega até ele no dia a dia, o asfalto da sua rua ou o atendimento no posto de saúde.
O Meio da Tabela e a Parte de Baixo
Na décima posição, Elmano do Ceará simboliza bem o centro desse campeonato. Seus números são equilibrados, com mais aprovação do que reprovação. Seguem perto dele, com índices similares, governadores como Tarcísio de Freitas de São Paulo e Jerônimo Rodrigues da Bahia. São gestores que, apesar das críticas, mantêm um apoio razoável de sua população. A reprovação, porém, já aparece com força nesse grupo.
A partir da 14ª posição, começamos a ver cenários mais difíceis. Aqui, a taxa de reprovação geralmente empata ou supera a de aprovação. Eduardo Leite do Rio Grande do Sul e Romeu Zema de Minas Gerais estão nessa faixa. São casos onde a gestão enfrenta um desgaste mais evidente. A insatisfação popular se torna um dado concreto que não pode ser ignorado.
Os últimos colocados da lista têm um desafio enorme pela frente. Wilson Lima, do Amazonas, encerra o ranking com apenas 25% de aprovação e 65% de reprovação. Situação igualmente complicada vive Ibaneis Rocha do Distrito Federal e Raquel Lyra de Pernambuco. Nestes casos, a insatisfação é majoritária. Reverter esse quadro exige mudanças de rumo e resultados muito visíveis para a população.
Os comentários estão fechados, mas trackbacks E pingbacks estão abertos.