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projeto musical une IA, arte e filantropia para conscientizar sobre o Alzheimer

Imagina uma música que nasce da tecnologia, mas fala diretamente ao coração. “Rosa Esquecida” é exatamente isso: um projeto que une inteligência artificial e arte para dar voz a uma realidade delicada, o Alzheimer. A canção é interpretada por uma voz totalmente gerada por IA, chamada Luzia Solar, com letra do poeta brasileiro Luciano Cléver. O mais bonito, porém, vai além da inovação.

Metade de todo dinheiro gerado pelos streamings da música será doado a instituições que cuidam de pessoas com Alzheimer no mundo todo. Cada reprodução vira, assim, um pequeno gesto de apoio. A doença hoje afeta mais de 55 milhões de pessoas, um número que só cresce. A arte entra aqui como um abraço, uma forma de trazer conforto e atenção para o tema.

A escolha por uma voz de IA não foi só um experimento sonoro. Foi uma maneira de mostrar que a tecnologia, quando guiada por um propósito humano, pode gerar empatia e conexão real. Luzia Solar canta em doze idiomas, alcançando famílias de diversas culturas. O projeto prova que inovação e sensibilidade podem caminhar juntas.

Uma canção sobre memórias

A letra de “Rosa Esquecida” aborda com poesia a experiência de perder lembranças e a própria identidade. Luciano Cléver quis criar algo belo e digno para representar essa jornada muitas vezes silenciosa. A música não fala sobre a doença de forma clínica, mas captura o sentimento por trás dela.

A voz de Luzia Solar traz uma tonalidade única, capaz de transmitir a emoção contida nos versos. O poeta explica que a ideia era usar a tecnologia a serviço das pessoas, dando alma a dados e algoritmos. O resultado é uma melodia que consegue ser ao mesmo tempo moderna e profundamente tocante.

Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no Pronatec. A arte tem esse poder de traduzir o indizível. Nesse caso, ela ilumina uma questão de saúde global que toca milhões de lares, criando um ponto de conversa através da beleza.

Um lançamento com alcance global

A música foi lançada em dezembro e está disponível em todas as plataformas principais, como Spotify e YouTube. Para amplificar a mensagem, uma campanha nas redes sociais criou o desafio #NãoQueroEsquecer. A ideia é incentivar as pessoas a compartilharem o que é precioso em suas memórias.

Essa estratégia digital faz com que o projeto não fique restrito ao universo da música. Ele se espalha, cria comunidade e convida todo mundo a refletir. O impacto local acontece justamente quando uma pessoa, em qualquer cidade do Brasil, ouve a canção e se identifica.

Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no portal Pronatec. A transparência é outro pilar importante. Relatórios públicos detalharão periodicamente quanto foi arrecadado e para quais instituições os recursos foram. Todos podem acompanhar a jornada desse apoio, da música até as ações concretas no mundo real.

Arte com propósito social

O projeto também busca parcerias com empresas que queiram se associar a essa causa. A ideia é formar uma rede de apoio para que a iniciativa possa crescer e durar. Mais do que um patrocínio, é uma aliança em torno de um objetivo comum: usar a criatividade para transformar.

Luzia Solar, a voz por trás da música, é um símbolo dessa frente. Seu nome homenageia a luz e a energia, refletindo a esperança que o projeto carrega. Essa estreia artística marca um novo capítulo, mostrando que a música digital pode ter um coração e um compromisso sólido.

Luciano Cléver, por sua vez, vê na convergência entre poesia e tecnologia um campo fértil para a mudança social. Sua trajetória sempre buscou conectar a sensibilidade à relevância. “Rosa Esquecida” é a materialização desse pensamento, uma semente plantada no presente para colher mais conscientização no futuro. A música segue seu curso, lembrando a todos da força que uma ideia generosa pode ter.

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