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Nova equipe na Fórmula 1 em 2026: entenda as mudanças no grid e na classificação

A Fórmula 1 está prestes a ficar ainda mais movimentada. A partir de 2026, o grid terá uma equipe a mais, com a entrada da Cadillac. Isso significa mais carros na pista e, claro, a necessidade de ajustar algumas regras. A organização já anunciou mudanças específicas no formato da classificação para acomodar todo mundo de forma justa. A temporada promete ser longa e cheia de novidades.

A estrutura básica da classificação, aquela divisão em Q1, Q2 e Q3, permanece a mesma. Os tempos também se mantêm: 18, 15 e 12 minutos para cada parte. A diferença estará no número de pilotos eliminados em cada fase. Com mais competidores, a seletividade precisa aumentar um pouco para que a sessão decisiva não fique superlotada.

No Q1, serão eliminados seis pilotos, em vez dos cinco atuais. O Q2 também passará a cortar seis nomes. Dessa forma, apenas os dez mais rápidos avançam para o Q3, que define a pole position. É uma mudança simples, mas essencial para manter o ritmo acelerado e a tensão das sessões de classificação, mesmo com um grid maior.

O sistema de pontuação das corridas, no entanto, não será alterado. O vencedor segue levando 25 pontos, com a distribuição indo até o décimo colocado. A presença de uma equipe extra não muda a forma de somar pontos no campeonato. O objetivo continua sendo lutar por cada posição dentro do top 10 em cada Grande Prêmio.

A temporada de 2026 será a mais longa da história, com 24 etapas ao redor do globo. A abertura será clássica: Austrália, em Melbourne, entre 6 e 8 de março. A sequência inicial é intensa, com China e Japão ainda em março, esta última no tradicional circuito de Suzuka. Logo em abril, o calendário visita Bahrein e Arábia Saudita.

A primavera no hemisfério norte trará provas marcantes. Miami recebe uma corrida no início de maio, e o Canadá vem no fim do mesmo mês, ambas com o formato Sprint. Junho é sagrado, com o clássico Mônaco, seguido por Barcelona e Áustria. Julho agita os fãs europeus com Grã-Bretanha, Bélgica e Hungria.

Após a pausa de verão, a F1 retorna com força total. Holanda e Itália, em Monza, estão no calendário de agosto e setembro. A novidade fica por conta de Madrid, que recebe uma etapa na Espanha no meio de setembro, no circuito da região da IFEMA. O Azerbaijão encerra o mês em Baku.

A reta final do campeonato será uma maratona continental. Outubro tem Singapura sob as luzes e os Estados Unidos, em Austin. A Cidade do México fecha o mês. Novembro é ainda mais agitado: começa com São Paulo, em Interlagos, passa pela espetacular Las Vegas e pelo Catar.

O desfecho da temporada, como tem sido tradicional nos últimos anos, fica com Abu Dhabi, no circuito de Yas Marina, no início de dezembro. Será uma jornada épica para pilotos e equipes, com muitas viagens e desafios logísticos. O campeão de 2026 certamente terá conquistado seu título após uma batalha verdadeiramente global.

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