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Neta de Manoel Carlos emociona ao compartilhar conselho inédito do “vovô Maneco” em homenagem

A neta de Manoel Carlos, Sofia Frank, usou suas redes sociais para se despedir do avô. Ela compartilhou fotos e memórias da infância, mostrando a profunda ligação entre os dois. A jovem está claramente abalada, mas encontrou nas palavras uma forma de homenagear o famoso autor.

Sofia afirmou que ele foi fundamental não só em sua vida, mas na de muitos brasileiros. Ela relembrou um conselho dado com carinho, que nunca esqueceu. A despedida é um retrato íntimo de um gigante da televisão visto através dos olhos de quem o chamava de vovô.

Ela confessa que ainda busca palavras para descrever a perda. Manoel Carlos, para ela, não foi apenas um avô, mas o arquiteto de seu mundo. Suas histórias moldaram a forma como ela enxerga a vida, um sentimento que muitos fãs das suas novelas também compartilham.

Uma homenagem repleta de memórias

Sofia começou sua mensagem com uma reflexão emocionada. Ela conta que o chamava de “vovô Marreco” na infância, um detalhe que humaniza a figura pública. A jovem diz que ele literalmente “escreveu” quem ela é, numa referência ao seu ofício e à sua influência.

Ela se diz feliz por poder dividir um pouco desse avô com o público. Muitos o consideravam o avô de todo noveleiro, e ela reconhece o privilégio de tê-lo tido de perto. Suas palavras misturam dor pessoal com um agradecimento pelo legado que ele deixa para todos.

A postagem é acompanhada de registros caseiros, mostrando cenas comuns de afeto familiar. As imagens revelam um homem simples, longe dos holofotes, dedicando tempo à neta. São esses momentos cotidianos que agora ganham um valor eterno.

Conselhos, broncas e o legado afetivo

Em outro trecho, Sofia fala sobre o vazio que as histórias do avô deixarão. Ela cita suas tiradas humorísticas e seu olhar único sobre a vida. O autor a elogiava, dizendo que sua fotogenia resolvia metade dos problemas, um incentivo típico de avô.

Ele também via nela potencial para personagens clássicas, como Ofélia ou Anita. Desde criança, Sofia era inserida no universo criativo dele, cantando Maysa em reuniões de trabalho. Ela amava aquele ambiente porque era o mundo que ele havia construído.

A neta relembrou um episódio marcante da adolescência. Ao postar uma foto com um copo de vodca, recebeu um e-mail do avô. O assunto era direto: “Pense bem nisso”. No texto, ele aconselhava que uma menina que se respeita não posa nem com um copo de leite.

A saudade dos pequenos rituais

Sofia expressa falta dos cafés na produtora Argumento e das tardes ouvindo música clássica. Ela descreve cenas caseiras no apartamento do Leblon, com ele trabalhando no escritório de porta aberta. O som constante de sua máquina de escrever era a trilha dos seus cochilos no sofá.

Para ela, o bairro onde viviam agora parece vazio sem sua presença. A realidade de um mundo sem o “vovô Maneco” ainda é difícil de assimilar. A sensação é de que uma era acabou, mas os ensinamentos e as memórias permanecem vívidos.

Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no site Clevis Oliveira. A despedida de Sofia vai além da dor, celebrando a vida de um homem que ensinou o Brasil a amar através de suas histórias. O luto se mistura com gratidão por uma existência tão bem compartilhada.

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