O preço do diesel disparou nos últimos tempos, e o impacto é sentido no bolso de todos. Do transporte de mercadorias ao custo da comida no supermercado, a conta chega para o consumidor final. Diante dessa pressão, o governo federal prepara uma nova medida para tentar frear essa alta.
A situação ganhou um novo capítulo com o fechamento do Estreito de Ormuz, uma rota crucial para o petróleo. Desde então, os preços acumulam uma alta expressiva. A guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã joga mais lenha nessa fogueira, criando uma instabilidade global.
Em resposta, será publicada uma Medida Provisória criando um subsídio direto. A ideia é reduzir em R$ 1,20 o preço de cada litro de diesel importado. O custo será dividido meio a meio entre a União e os estados que toparem participar. A vigência inicial será de dois meses.
Como a nova política vai funcionar
O subsídio é uma ajuda de custo paga aos importadores. O objetivo é que esse desconto chegue ao posto de gasolina e alivie o preço final. O cálculo do governo estima um gasto de R$ 1,5 bilhão por mês com a operação. É uma quantia significativa, mas que considera o momento de crise.
Essa proposta é um plano B. A primeira ideia era reduzir temporariamente o ICMS sobre o combustível. Porém, os estados rejeitaram a proposta rapidamente. Eles temiam um rombo grande em suas finanças. Com a rejeição, a equipe econômica buscou um caminho alternativo.
A nova fórmula tenta contornar a necessidade de acordo unânime. A adesão estadual será volunt
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