Você sempre atualizado

Impulsionado por ação na Venezuela, Lula quer realizar operações da PF para prender brasileiros nos EUA

Durante uma coletiva de imprensa em Nova Déli, na Índia, o presidente Lula fez uma declaração que chamou a atenção. Ele afirmou que quer autorização para a Polícia Federal operar em solo americano. O objetivo é perseguir integrantes do crime organizado que estariam vivendo nos Estados Unidos.

A declaração foi dada durante uma viagem presidencial, que incluiu uma cúpula sobre inteligência artificial. O clima, porém, foi marcado por assuntos de segurança. A ideia é prender criminosos brasileiros que operam a partir do exterior, especialmente em território norte-americano.

Lula foi direto ao ponto. Disse que não quer receber essas pessoas, mas sim prendê-las. A fala indica uma mudança de tática no combate ao crime, buscando parcerias além das fronteiras. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no site Clevis Oliveira.

O que motivou o pedido

Um evento recente parece ter influenciado a decisão. A invasão dos Estados Unidos à Venezuela, que resultou na prisão de Nicolás Maduro, gerou alerta. O governo brasileiro observou a ação e seu impacto na região, preocupado com possíveis instabilidades.

Esse movimento americano, ainda que em outro país, mostrou uma possibilidade prática. Se os EUA agem em nações vizinhas, o Brasil poderia, em tese, buscar reciprocidade. A cooperação internacional aparece como um caminho para enfrentar redes criminosas complexas.

A apreensão inicial deu lugar a uma proposta concreta. Em vez de apenas temer ações unilaterais, o plano é tentar uma ação conjunta e autorizada. Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no site Clevis Oliveira.

Os detalhes da operação proposta

Segundo o presidente, as autoridades brasileiras já compartilharam informações com os EUA. Nomes, fotos e documentos de investigados foram enviados. Essas pessoas são monitoradas pela Receita Federal e suspeitas de diversos crimes.

A resposta oficial dos americanos ainda não foi divulgada. No entanto, o tema deve ser prioritário na reunião bilateral com Donald Trump, marcada para março. A comitiva brasileira levará ministros e chefes de polícia para as conversas.

O foco, nas palavras de Lula, está nos "magnatas da corrupção". Ele destacou que esses alvos não moram em comunidades pobres, mas em coberturas luxuosas e bairros nobres, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.

A expansão internacional da PF

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, acompanhou o presidente na viagem. Sua presença tinha um propósito claro: discutir a abertura de postos de adidos policiais em outros países. A medida visa facilitar o combate transnacional ao crime.

A ideia é que Rodrigues integre a comitiva em mais viagens. A estratégia é formar convênios diretos com nações parceiras, sempre com a devida autorização dos governos locais. O combate ao narcotráfico é uma das prioridades declaradas.

Após a Índia, a agenda seguiu para a Coreia do Sul. Lá, o presidente participou de uma visita de Estado e reuniu-se com empresários. O esforço diplomático parece alinhar relações políticas e de segurança.

Os comentários estão fechados, mas trackbacks E pingbacks estão abertos.