A Globo está sentindo o peso de uma mudança profunda nas formas de contratar atores. Enquanto duas produções de 2027 precisam de elencos sólidos, o mercado de talentos tem se restringido. As novelas “Dias de Glória” e a nova obra de Daniel Ortiz são exemplos claros. Antigamente, a emissora mantinha quase 1.500 artistas sob contrato exclusivo. Hoje, o número caiu para cerca de 70 nomes. Essa variação altera a forma como os roteiristas escolhem quem vamos para as telas.
A Globa trabalha na escalação de novelas com um novo desafio. Os contratos por obra criaram liberdade para os artistas, mas também abriram portas para concorrências inédidas. Streaming e produtoras independentes agora disputam talentos que antes tinham proteção garantida. Muitos profissionais preferem projetos de curto prazo ou obras próprias, pois os contratos longos tornaram-se menos atraentes. O resultado é uma montagem mais fragmentada e menos previsível.
Daniel Ortiz já admitiu
Os comentários estão fechados, mas trackbacks E pingbacks estão abertos.