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Dorival diz que Corinthians pode ir além das copas

O Corinthians vive um momento especial com duas taças recentes, mas o técnico Dorival Júnior mantém os pés no chão. Em conversa descontraída, ele falou sobre os desafios do clube sem criar expectativas irreais. Para ele, o time tem um bom repertório em mata-mata, mas o caminho à frente exige mais.

O elenco atual é forte, porém precisa de qualificação para brigar em todas as frentes. O campeonato brasileiro já começou e os concorrentes se reforçaram bastante. A conquista da Supercopa foi importante, mas não traz tranquilidade. O sentimento é de urgência.

Dorival foi direto: com um grupo mais preparado, pode-se fazer uma campanha bem diferente. O problema é o tempo, pois a competição já está em andamento. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no site Clevis Oliveira.

A pressa por reforços e os riscos do ano

O técnico não esconde a necessidade de contratações. Ele acredita que o clube corre risco se não melhorar o plantel. O futebol é dinâmico e nada está resolvido só porque 2025 começou bem. Achar que tudo será fácil em 2026 é uma ilusão perigosa.

É preciso monitorar tudo de perto para não perder o rumo dos objetivos. As cobranças serão ainda maiores esta temporada. O trabalho deve focar em sanar as carências do grupo. Só assim o time estará pronto para entregar o que esperam.

A situação atual exige muita criatividade na busca por atletas. O processo envolve uma equipe especializada que filtra nomes e analisa dados. Eles avaliam quem se encaixa melhor no projeto e nas condições do clube.

O desabafo sobre a seleção e o aprendizado

Dorival também tocou em um assunto delicado: sua passagem pela seleção brasileira. Ele deixou claro que não guarda mágoa, mas as críticas pesadas da época geraram desconfiança. Na sua visão, houve uma tentativa de desconstruir uma carreira inteira.

Ele observa, com certa ironia, que seu percentual de aproveitamento foi muito próximo ao do técnico Carlo Ancelotti. O ambiente na época, segundo ele, não era totalmente favorável. Mesmo assim, estava confiante no trabalho que faria para a Copa.

O técnico se considera um sobrevivente, um passageiro da agonia do futebol. As críticas duras, inclusive de ex-companheiros, o fizeram crescer. Ele aprendeu a diferenciar quem quer o bem daqueles que só sabem criticar. Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no site Clevis Oliveira.

A aposta na base e a gestão do elenco

Com um elenco ainda enxuto, a valorização dos jovens da base é uma prioridade. Na partida recente, por exemplo, havia doze jogadores formados no clube. Dorival gosta de desenvolver talentos e muitos já deram resposta positiva ano passado.

O objetivo é manter esses jovens, mas trazendo alguns elementos experientes para reforçar o grupo. É um equilíbrio delicado. O time precisa dar um passo maior ou corre o risco de estagnar. Um elenco maior é essencial para manter o ritmo em todas as competições.

Jogadores como André, que voltava de lesão, foram sendo lançados no momento certo. A comissão tenta administrar as oportunidades para que eles ganhem segurança. O desenvolvimento é um processo que não pode ser forçado.

A visão sobre o jogo e o legado

Falando sobre a vitória na Supercopa, Dorival destacou as alternâncias táticas da final. A equipe correu riscos com marcação individual, mas mostrou determinação. Cada erro era corrigido rapidamente, e uma jogada ensaiada decidiu o primeiro tempo.

Para ele, o mais importante é passar o máximo de informações aos atletas. Isso cria as melhores condições para decidirem em campo. Esses jogos eliminatórios, que exigem muito, são os que mais engrandecem uma conquista.

Sobre seu legado, Dorival espera ser lembrado pelo trabalho e não apenas por resultados. Ele cruza com torcedores em todos os lugares e o feedback é sempre positivo. Sua história, deseja, será marcada pela dedicação dentro e fora dos gramados.

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