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Dólar tem leve alta após série de quedas; mercado está de olho na guerra no Oriente Médio

O dólar deu uma leve subida nesta manhã, em mais um dia de ajustes no mercado. A moeda americana tenta se recuperar após uma sequência de quedas frente ao real. Lá fora, ela também mostra força contra outras moedas importantes.

Esse movimento acontece enquanto os investidores observam os preços do petróleo. A tensão geopolítica envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã mantém todos em alerta. Qualquer notícia pode afetar a cotação do barril e, consequentemente, o câmbio por aqui.

Enquanto isso, os números do varejo trouxeram um sinal positivo. As vendas em janeiro cresceram ligeiramente na comparação com dezembro. O setor que mais contribuiu foi o de supermercados, alimentos e bebidas.

Um retrato das intenções de voto

Na pesquisa eleitoral para o Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro aparece à frente. Ele registra 40% das intenções de voto, contra 35% do presidente Lula. Os demais nomes testados, como Ratinho Junior e Romeu Zema, aparecem com votos residuais.

Em cenários de segundo turno, a vantagem se mantém. A rejeição, no entanto, é um ponto alto para ambos os principais candidatos. Mais da metade dos entrevistados declara não votar em Lula sob nenhuma circunstância.

A avaliação do governo federal também foi medida. A taxa de desaprovação atinge 56% dos consultados. A aprovação fica em 38%, em um momento de grande atenção aos rumos da economia e do cenário político.

O cenário econômico internacional

No exterior, um alívio na pressão inflacionária chama a atenção. A inflação anual nos países da OCDE caiu para 3,3% em janeiro. A queda foi registrada em grande parte das economias que compõem o grupo.

Isso significa que, em 22 dos 35 países com dados disponíveis, os preços ao consumidor desaceleraram. A situação se manteve estável em oito nações e piorou em apenas cinco. O dado global sugere um caminho de normalização.

Essa tendência internacional é sempre observada de perto pelo Banco Central brasileiro. Decisões sobre juros em economias desenvolvidas influenciam fluxos de capital no mundo todo. É mais um fator no complexo tabuleiro da economia global.

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