Dois adolescentes suspeitos de atacar o cão Orelha estão na Disney; polícia quer evitar protesto no aeroporto
Dois adolescentes investigados pelo ataque que levou à morte do cão Orelha, em Florianópolis, estão fora do país em uma viagem de formatura. O destino é a Disney, nos Estados Unidos. A polícia confirmou que a viagem foi planejada há cerca de um ano, muito antes do caso vir à tona.
No total, quatro jovens são investigados pela morte do animal. As autoridades acreditam que o grupo também tentou afogar outro cachorro no mar, que conseguiu escapar. Esse segundo animal foi resgatado e adotado pelo próprio delegado-geral da polícia civil catarinense.
A situação gerou uma grande comoção nas redes sociais e mobilizou protetores de animais. O caso ganhou ainda mais visibilidade com o apoio de celebridades, que passaram a cobrar justiça. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no site Clevis Oliveira.
A viagem e a preocupação com o retorno
O delegado-geral Ulisses Gabriel expressou preocupação com um protesto marcado para o aeroporto de Florianópolis. A manifestação está prevista para quando o grupo de formandos, incluindo os dois investigados, retornar ao Brasil. No voo, estão 115 adolescentes.
A preocupação das autoridades é com a segurança de todos. Apenas dois jovens no grupo são relacionados ao caso do cão Orelha. A polícia e a administração do aeroporto organizarão uma estrutura para receber os estudantes e evitar conflitos. O objetivo é garantir que ninguém se machuque.
Nenhum passaporte dos jovens envolvidos no inquérito foi apreendido. Eles permanecem com total liberdade para viajar, pois a investigação ainda está em andamento. A defesa dos adolescentes não se pronunciou publicamente até o momento.
As investigações e um segundo cachorro
As apurações revelaram detalhes ainda mais chocantes. Os mesmos adolescentes são suspeitos de tentar afogar um cachorro, batizado de Caramelo após o resgate. A delegada Mardjoli Valcareggi, da Delegacia de Proteção ao Animal, detalhou as evidências.
Câmeras de segurança mostram os jovens pegando o animal no colo. A filmagem é interrompida, mas testemunhas afirmam que eles o arremessaram ao mar. O fato não ocorreu no mesmo dia do ataque ao cão Orelha, mas segue a mesma linha de crueldade.
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, comentou publicamente o caso. Ele disse que custou a acreditar que adolescentes de famílias estruturadas cometessem tal ato por pura maldade. O governador afirmou que a lei será cumprida, mesmo que considerada branda.
Coação a testemunhas e andamento do caso
A polícia também apurou intimidações durante as investigações. Três homens adultos foram indiciados pelo crime de coação a testemunha. Eles teriam tentado influenciar ou amedrontar pessoas que viram ou sabiam algo sobre os ataques.
De acordo com a delegada, um dos indiciados usou frases de efeito para ameaçar, como "você sabe com quem está falando?". Houve também ameaças de destruir um veículo. Essas ações buscavam atrapalhar o trabalho das autoridades.
O governador afirmou que todas as etapas legais estão sendo seguidas sem atropelos. A coleta de provas e a oitiva de testemunhas continuam. Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no site Clevis Oliveira. O caso segue sob a atenção da polícia e da sociedade, que aguarda o desfecho das apurações.
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