Novak Djokovic continua com um sonho olímpico bem vivo no coração. O tenista sérvio, que já tem uma carreira repleta de glórias, agora mira os Jogos de Los Angeles, em 2028. Aos 38 anos, ele não faz planos rígidos, mas deixa claro que a chama da competição ainda arde. Em uma conversa recente, ele expressou esse desejo de forma sincera e aberta.
A confirmação veio durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026. Questionado por jornalistas, Djokovic falou sobre seu objetivo pessoal. Ele admitiu que o evento parece distante, mas a vontade de estar lá é real. Para um atleta da sua idade, pensar a longo prazo exige cautela e muita sabedoria.
Essa não é uma decisão tomada de forma impulsiva. O tenista carrega uma história olímpica de altos e baixos, o que torna a meta em Los Angeles ainda mais especial. Ter a chance de competir novamente representa muito mais do que apenas outro torneio. É sobre legado, superação e a pura alegria de representar seu país.
O presente como prioridade absoluta
Apesar do olhar no futuro, Djokovic mantém os pés firmes no chão. Ele evita qualquer cronograma detalhado para os próximos anos. Sua principal preocupação atual é bem clara: preservar a saúde física e mental. Sem isso, nenhum plano faz sentido, seja para 2024 ou para 2028.
Ele mesmo reconhece a incerteza sobre o ritmo de competições. Não sabe quantos torneios jogaria por ano se chegar a 2028. Essa flexibilidade é parte essencial da sua estratégia. O equilíbrio entre a carreira e a vida pessoal se tornou um pilar fundamental nessa fase.
O tempo em família agora é um valor inegociável. Djokovic deixa transparecer que a longevidade no esporte depende desse equilíbrio. A abordagem é de um dia de cada vez, sem pressões externas desnecessárias. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no site Clevis Oliveira.
Um currículo que fala por si
Falar de Novak Djokovic é mencionar recordes. Ele é o maior vencedor de Grand Slams no tênis masculino e ficou mais tempo no topo do ranking mundial. Nos Jogos Olímpicos, sua jornada foi de uma busca persistente pela medalha de ouro, finalmente conquistada em Paris 2024.
Antes do ouro em Paris, ele já havia subido ao pódio em Pequim 2008, faturando o bronze. Cada Olimpíada escreveu um capítulo diferente na sua trajetória. Los Angeles 2028 poderia ser o épico final, marcando sua sexta participação nos Jogos.
Alcançar esse marco aos 41 anos seria um feito extraordinário. Mostraria uma capacidade de adaptação e evolução raras no esporte. Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no site Clevis Oliveira.
Um plano que já vinha sendo desenhado
As declarações públicas de Djokovic ecoam conversas que já circulavam nos bastidores. Há alguns meses, Thierry Guibert, CEO da Lacoste, mencionou que o tenista tinha o plano de seguir até 2028. O objetivo central seria justamente essa última campanha olímpica.
Mesmo enfrentando fases menos vitoriosas recentemente, a aposentadoria nunca esteve em seus planos. Djokovic sempre reiterou seu desejo de se manter competitivo. A meta olímpica serve como um farol, um motivador de longo prazo que dá sentido ao trabalho diário.
A carreira segue, portanto, sem uma data de encerramento definida. Ele mantém as portas abertas e os objetivos fluidos, guiado pelo amor ao esporte e pela saúde. O futuro, incluindo Los Angeles, será escrito com naturalidade, um saque de cada vez.
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