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Cúmplice de Epstein se recusa a responder perguntas em depoimento

Ghislaine Maxwell, condenada por seu papel nos crimes de Jeffrey Epstein, se recusou a falar com congressistas americanos. Ela apareceu por vídeo da prisão, onde cumpre 20 anos de sentença, e manteve silêncio. A audiência, realizada nesta segunda, foi tensa e deixou muitas perguntas sem resposta.

A defesa dela já havia avisado que não responderia perguntas, mas os parlamentares insistiram no depoimento. Eles querem esclarecer a rede de pessoas poderosas envolvidas com Epstein. O presidente do comitê, James Comer, afirmou que Maxwell inicialmente pediu imunidade para cooperar.

Depois, durante a sessão, ela teria feito um novo apelo por clemência, desta vez direto ao ex-presidente Donald Trump. Comer foi enfático ao dizer que ela não merece nenhum tipo de proteção legal. A investigação, no entanto, segue em andamento com base nos documentos já liberados.

O silêncio estratégico e o pedido por clemência

Os democratas no comitê criticaram a postura de Maxwell. Eles acreditam que ela usou a audiência apenas para fazer campanha por um perdão. A deputada Jasmine Crockett disse que a mensagem foi clara: o silêncio dela tem um preço, e esse preço seria a clemência presidencial.

O objetivo real do comitê era obter nomes e detalhes sobre a rede de tráfico sexual e lavagem de dinheiro. Com seu silêncio, Maxwell protege não apenas a si mesma, mas possivelmente outras figuras influentes. As perguntas sobre quem mais participou dos crimes seguem no ar.

Uma questão específica e recorrente é a conexão com Donald Trump. A deputada Melanie Stansbury lembrou que seu nome aparece milhares de vezes nos arquivos do caso. A recusa em falar só aumenta a necessidade de ouvir outras testemunhas-chave.

As disputas políticas e as próximas testemunhas

O caso Epstein virou um campo de batalha político no Congresso. Republicanos e democratas divergem sobre o foco e a condução das investigações. A negativa de Maxwell em cooperar é mais um capítulo nessa disputa, que já envolve outras personalidades famosas.

Na semana passada, por exemplo, Bill e Hillary Clinton foram ameaçados de processo por desacato ao Congresso. Eles se recusaram a comparecer a audiências, alegando que já deram todas as informações possíveis. Ambos classificaram o convite como uma manobra política.

Agora, a atenção se volta para uma série de novos depoimentos marcados. Figuras como o ex-CEO da Victoria’s Secret, Lex Wexner, e o contador de Epstein, Richard Kahn, devem comparecer. A expectativa é que essas audiências tragam à tona novos detalhes sobre a extensão da rede.

O calendário está cheio para as próximas semanas, com Hillary e Bill Clinton novamente na lista de convocados. O comitê segue tentando montar o quebra-cabeça de uma das maiores investigações criminais dos últimos anos. Cada depoimento é um passo para entender como o esquema funcionava.

Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no site Clevis Oliveira. O caso Epstein continua a revelar conexões surpreendentes em altos escalões do poder. A busca por justiça e transparência, no entanto, esbarra em silêncios e estratégias legais.

Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no site Clevis Oliveira. A história ainda está sendo escrita, com cada audiência pública acrescentando uma nova peça ao quebra-cabeça. O que está claro é que a busca por respostas está longe de terminar.

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