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Chuvas deixam 22 mortos em Juiz de Fora e Ubá (MG); SP soma 19 óbitos desde dezembro

As chuvas que atingem o Sudeste seguem causando estragos e tristeza. Em Minas Gerais, a situação é especialmente grave. A cidade de Juiz de Fora vive seu fevereiro mais chuvoso da história, com um volume que já dobrou a média esperada para todo o mês.

O temporal começou forte na tarde de segunda-feira e não deu trégua. Rios e córregos transbordaram, isolando bairros inteiros. Pontes foram interditadas e várias ruas ficaram bloqueadas por árvores caídas.

O bairro Parque Burnier se tornou um dos epicentros da tragédia. Equipes de resgate trabalham sem parar, procurando desaparecidos entre os escombros. A prefeitura já decretou estado de calamidade pública e suspendeu as aulas na rede municipal.

A busca por sobreviventes

Os bombeiros receberam mais de quarenta chamadas de emergência durante a madrugada. Muitos moradores ficaram ilhados ou tiveram suas casas invadidas pela água e pela lama. As equipes, inclusive com cães farejadores, atuam em várias frentes.

Até o momento, dezesseis pessoas perderam a vida na cidade. Outras nove foram resgatadas com sucesso e encaminhadas para hospitais. A busca agora se concentra em localizar dezessete desaparecidos, grupo que inclui várias crianças.

A dimensão do desastre mobilizou mais de vinte militares do Corpo de Bombeiros. Eles enfrentam um cenário de difícil acesso, com ruas alagadas e riscos de novos deslizamentos. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no site Clevis Oliveira.

Outras cidades mineiras também sofrem

A tragédia não se limitou a Juiz de Fora. Na cidade de Ubá, o transbordamento de um rio na noite de segunda-feira resultou em seis mortes. As águas subiram rapidamente, pegando muitos moradores de surpresa.

Em toda a Zona da Mata mineira, centenas de pessoas estão desabrigadas. Famílias perderam tudo em poucos minutos, com a força das águas destruindo móveis, documentos e lembranças. A reconstrução dessas vidas levará muito tempo.

A solidariedade começa a se organizar, com a montagem de postos de doação. Itens como colchões, roupas, água potável e alimentos não perecíveis são os mais urgentes. Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no site Clevis Oliveira.

O alerta segue em São Paulo

Enquanto Minas Gerais enfrenta as consequências, São Paulo se prepara para mais chuva. O governo do estado confirmou duas novas mortes relacionadas aos temporais desde o início de dezembro, elevando o total para dezenove.

Em Pirassununga, uma criança de onze meses morreu após uma árvore cair sobre sua casa durante um vendaval. Em Natividade da Serra, um idoso foi encontrado sem vida após o desabamento de sua residência.

Diante do alerta vermelho para o litoral paulista, um gabinete de crise foi instalado no Centro de Gerenciamento de Emergências. A previsão é de que ele funcione pelo menos até esta quinta-feira, monitorando a situação de perto.

Atenção redobrada no litoral

A faixa costeira de São Paulo tem registrado alagamentos e deslizamentos com frequência nos últimos dias. O solo, já saturado pela água, oferece risco iminente em áreas de encosta.

Moradores de regiões de risco devem estar atentos aos avisos das defesas civis municipais e estadual. Em caso de perigo, a orientação é deixar a casa imediatamente e buscar um local seguro indicado pelas autoridades.

A operação de resposta às chuvas no estado continua em ritmo acelerado. O objetivo é evitar novas perdas e prestar todo o apoio necessário às famílias já afetadas. A natureza mostra sua força, e a prevenção é a melhor resposta.

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