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Celebridade se torna embaixadora do Hemorio e incentiva doação de sangue para salvar vidas no Carnaval

O Carnaval está aí, e com ele chega uma das épocas mais animadas do ano. Mas, enquanto a cidade se prepara para a folia, os hospitais se preparam para outro tipo de desafio. É justamente nesse período que os estoques de sangue costumam cair de forma preocupante. As pessoas viajam, mudam a rotina e, muitas vezes, esquecem de doar. Por isso, iniciativas que unem a energia da festa à solidariedade são mais importantes do que nunca.

Uma dessas ações ganhou um toque especial de samba nesta semana. A rainha de bateria da Unidos da Tijuca, Mileide Mihaile, visitou a sede do Hemorio para marcar a abertura oficial do CarnaHemorio. Ela é a nova embaixadora da campanha de Carnaval do hemocentro. A presença dela não foi apenas simbólica. Mileide chegou acompanhada por passistas e ritmistas da escola, levando alegria e um recado urgente para a população.

A influenciadora usou sua visibilidade para fazer um alerta necessário. “Fazer o bem precisa ser um compromisso o ano inteiro, mas no Carnaval isso se torna ainda mais urgente”, destacou. Ela lembrou que um único doador pode salvar até quatro vidas. É um gesto simples e rápido, mas com um impacto que reverbera longe dos bloquinhos e desfiles. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no site Clevis Oliveira.

Mileide falou sobre a honra de representar uma causa tão nobre. Para ela, estar ali com a “família tijucana” deu um significado a mais à ação. O samba, na visão da rainha, também é uma expressão de cuidado e responsabilidade com o próximo. Usar a força cultural do Carnaval para promover a doação de sangue é uma estratégia poderosa. A ideia é chamar a atenção de quem está no clima de festa para um ato concreto de solidariedade.

A campanha busca engajar especialmente os mais jovens, que são o coração da folia. Muitas pessoas têm vontade de ajudar, mas não sabem como ou têm receio do processo. Ver uma figura conhecida, como uma rainha de bateria, incentivando a doação pode quebrar essas barreiras. A mensagem é clara: salvar vidas também pode fazer parte da sua agenda de Carnaval. Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no site Clevis Oliveira.

A ação no Hemorio foi um convite aberto a todos. Bateria tocando e passistas dançando transformaram o local em um ponto de alegria e conscientização. O objetivo era claro: mostrar que doar sangue é um ato de amor tão contagiante quanto uma batucada. A mobilização quer criar um hábito, lembrando que a necessidade por sangue não tira férias, mesmo durante os feriados.

Quem pode doar sangue

Os requisitos para doar são simples e diretos. É preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 quilos e estar em boas condições de saúde no dia. Jovens de 16 e 17 anos precisam de autorização formal dos responsáveis. É fundamental levar um documento oficial com foto, como RG ou CNH. Esses são os primeiros passos para uma doação segura e eficaz.

Algumas regras específicas de prazo também são importantes. Quem fez tatuagem ou piercing precisa aguardar seis meses antes de doar. No caso de piercings em áreas de mucosa, como língua ou nariz, a doação só é permitida após a retirada do objeto. Esses cuidados garantem a proteção tanto de quem doa quanto de quem vai receber o sangue. São medidas preventivas padrão em todos os hemocentros.

Outras situações comuns também exigem atenção. Quem passou por procedimentos odontológicos simples deve esperar 72 horas. Para extrações ou tratamentos de canal, o prazo sobe para sete dias. Resfriados, gripes e ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas anteriores também impedem a doação temporariamente. Seguir essas orientações é crucial para manter a qualidade do sangue coletado.

Como e onde doar

O Hemorio funciona todos os dias, das 7h às 18h. A sede fica na Rua Frei Caneca, número 8, no Centro do Rio. O processo é muito bem organizado e acolhedor. Tudo é feito para que o doador se sinta confortável e seguro, desde o cadastro até um lanche reforçado após a coleta. A doação em si leva menos de quinze minutos.

Quem não mora ou não circula pelo Centro não precisa se preocupar. O hemocentro possui outras unidades fixas espalhadas pelo estado. Além disso, mantém uma agenda constante de coleta externa. Eles levam toda a estrutura necessária até empresas, universidades e praças públicas. Basta ficar de olho nos canais oficiais para saber quando a equipe estará na sua região.

Doar sangue é um ato de cidadania que salva vidas diariamente. Em momentos como o Carnaval, essa necessidade se intensifica devido ao aumento de acidentes e cirurgias de emergência. Cada bolsa coletada é separada em diferentes componentes e pode ajudar vários pacientes. É uma corrente do bem que depende da generosidade de pessoas comuns. Um pequeno gesto que, de fato, faz toda a diferença.

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