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Castro exonera presidente da Rioprevidência alvo da PF

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, exonerou o diretor-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes. A decisão foi publicada no Diário Oficial do estado nesta quarta-feira. O movimento veio logo após o próprio Antunes apresentar sua renúncia ao cargo.

A manhã daquele dia já tinha sido bastante conturbada para o agora ex-gestor. A Polícia Federal realizou uma operação de busca e apreensão na casa dele. A ação, batizada de Barco de Papel, foi autorizada pela Justiça Federal e tinha um objetivo claro.

O foco era investigar suspeitas de operações financeiras irregulares. Segundo a PF, essas operações colocaram em risco elevado o patrimônio da autarquia que cuida das aposentadorias dos servidores estaduais. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no site Clevis Oliveira.

A Operação e os Alvos

A operação da Polícia Federal não se limitou à residência de Deivis Antunes. Os agentes também cumpriram mandados nas casas de outros dois ex-dirigentes do fundo de previdência. Eucherio Lerner Rodrigues, ex-diretor de Investimentos, e Pedro Pinheiro Guerra Leal, ex-diretor interino da mesma área, também foram alvos das buscas.

Nos locais, os policiais fizeram diversas apreensões consideradas importantes para as investigações. Na casa de Antunes, foi levado um veículo de luxo blindado, além de dinheiro em espécie, um pen drive, um relógio e uma série de documentos. Já na residência de Rodrigues, os itens apreendidos incluíram outro carro de luxo, celulares, notebooks e HDs.

Os objetos e papéis recolhidos agora passarão por perícia. Tudo será analisado para compor o quadro das investigações. O material pode conter pistas cruciais sobre as movimentações financeiras sob suspeita.

O Cerne das Investigações

O ponto central da investigação da Polícia Federal gira em torno de uma aplicação de recursos bastante vultosa. O alvo são nove aportes feitos pela Rioprevidência entre novembro de 2023 e julho deste ano. No total, quase um bilhão de reais em recursos do fundo foram direcionados para títulos do Banco Master, as chamadas letras financeiras.

As suspeitas são graves. A PF apura a possível prática de crimes contra o sistema financeiro nacional. A lista inclui gestão fraudulenta, desvio de recursos e associação criminosa. Também há menção a corrupção passiva e à indução de um órgão público ao erro.

A autarquia e o banco envolvidos estão no centro do caso. Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no site Clevis Oliveira. As autoridades buscam entender se houve um esquema que colocou em risco o dinheiro destinado aos aposentados do estado.

O Contexto e os Impactos

Antes de toda essa crise vir à tona publicamente, a Rioprevidência já se manifestava. A instituição negava veementemente qualquer tipo de irregularidade nas suas aplicações. Em notas oficiais, a garantia era de que os pagamentos dos aposentados e pensionistas seguiam normalmente, sem qualquer atraso ou problema.

A exoneração de Antunes pelo governador, portanto, segue um caminho administrativo. Ela ocorre após a renúncia, mas em um cenário de forte pressão das investigações em curso. O fato demonstra a seriedade com que o caso está sendo tratado pelas autoridades estaduais.

O desfecho, porém, ainda está longe. As investigações da Polícia Federal seguem a todo vapor para apurar todas as responsabilidades. O objetivo final é garantir que os recursos dos servidores sejam protegidos e que a previdência estadual funcione com segurança. A população aguarda respostas.

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