Rio de Janeiro, RJ (FOLHAPRESS) – Britney Spears, 44, voltou a falar sobre os encontros com fãs que marcaram diferentes momentos de sua carreira. Fotografias dessas ocasiões, muitas delas com a cantora de expressão séria ou aparentemente desconfortável, foram compartilhadas ao longo dos anos nas redes sociais.
Agora, ela decidiu contar a razão daquele comportamento. Em uma publicação no Instagram, Britney disse que era “dolorosamente tímida” e que a aproximação com grupos grandes desencadeava reações físicas. Segundo ela, quando encontrava mais de dez pessoas nos bastidores dos shows, começava a tremer e a ter crises de asma. “Era uma sensação horrível.” A cantora também citou Felicia Culotta, sua assistente nos primeiros anos da carreira, como alguém capaz de identificar o medo em seu olhar. “Me sentia como um robô.”
Além dos sintomas físicos, Britney falou sobre a perda de sua sensibilidade interior. Ela disse que, nos últimos anos, parecia funcionar como um robô, sem conseguir sentir alegria genuína. Felicia Culotta, sua assistente inicial, reconheceu que a ansiedade era visível em seus olhos. O pai de Britney confirmou que, em uma ocasião, a cantora estava sob pressão de ser cercada por setenta pessoas, o que aumentou seu desconforto emocional. Isso revelou sua vulnerabilidade oculta antes, real.
O relato contrasta com a imagem de uma artista habituada a multidões e à exposição constante. Britney afirmou que, apesar da rotina diante de grandes plateias, sempre foi sensível e reservada. Para ela, a sucessão de encontros com desconhecidos dificultava até mesmo uma interação espontânea. “Acho que, naquela época, perdi algo sagrado que eu costumava ter com as pessoas”, concluiu.
Britney Spears revela vulnerabilidade após encontros com multidões
Na entrevista, Britney admitiu que, ao ver mais de dez pessoas atrás das cortinas, o corpo dela começa a tremer e a asma surge inesperadamente. Ela descreveu essa experiência como horrorosa, comparando‑a a uma máquina que perdeu sua sensibilidade. Segundo a íntima memória, Jamy Spears, seu pai, já notou que ela poderia enfrentar cerca de setenta pessoas em breve.
Essa reação física, segundo ela, tornou os grandes shows um estresse que afetava até suas atividades cotidianas.
Além dos sintomas físicos, Britney falou sobre a perda de sua sensibilidade interior. Ela disse que, nos últimos anos, parecia funcionar como um robô, sem conseguir sentir alegria genuína. Felicia Culotta, sua assistente inicial, reconheceu que a ansiedade era visível em seus olhos. O pai de Britney confirmou que, em uma ocasião, a cantora estava sob pressão de ser cercada por setenta pessoas, o que aumentou seu desconforto emocional. Isso revelou sua vulnerabilidade oculta antes, real.
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