O ex-presidente Jair Bolsonaro enfrentou um novo episódio de soluços e pressão alta no sábado à noite. A crise aconteceu logo após um procedimento médico realizado no mesmo dia. O objetivo da intervenção era justamente bloquear o nervo frênico direito para conter esses mesmos sintomas.
O hospital que o atende informou neste domingo que, no momento, o paciente está estável e sem soluços. Apesar do contratempo, o quadro clínico segue sob controle. A equipe médica monitora constantemente a resposta do organismo aos tratamentos aplicados.
Nesta segunda-feira, está prevista uma nova etapa no tratamento. Desta vez, os médicos vão realizar um bloqueio no nervo frênico esquerdo. Esse nervo, junto com o direito, comanda os movimentos do diafragma. A ideia é atuar nos dois lados para resolver de vez o problema persistente.
Essa será a terceira intervenção desde que a internação começou, na quarta-feira passada. O plano de cuidado, no entanto, vai além dos procedimentos específicos. Ele inclui sessões de fisioterapia para reabilitação e medidas para prevenir a formação de coágulos sanguíneos.
Toda essa sequência começou com uma cirurgia para corrigir uma hérnia inguinal na quinta-feira. No sábado, veio o primeiro bloqueio do nervo frênico. Cada etapa é avaliada com atenção para garantir a efetividade do conjunto de ações.
O acompanhamento é diário e detalhado. Os médicos precisam confirmar se as técnicas adotadas estão, de fato, reduzindo as crises de soluços. Trata-se de uma condição que pode ser extremamente desgastante física e emocionalmente para qualquer pessoa.
A internação hospitalar foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Bolsonaro estava na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, cumprindo pena. A decisão judicial permitiu a transferência para que ele recebesse os cuidados necessários.
A condenação, que resultou em pena de 27 anos e três meses de prisão, está relacionada a processos por atos golpistas. A situação jurídica é uma linha separada da questão de saúde. O foco atual, dentro do hospital, é estritamente clínico e recuperativo.
A evolução do paciente segue os protocolos médicos padrão para casos com essa complexidade. A prioridade absoluta é a estabilização do seu quadro geral. O caminho até uma recuperação completa ainda demanda tempo e observação constante.
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