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Até quando vai a onda de calor em SP, Rio e mais Estados?

Uma massa de ar quente persistente mantém o Brasil em alerta. Há quase uma semana, temperaturas até cinco graus acima da média castigam várias regiões. O quadro começa a mudar apenas nesta segunda-feira, com a previsão de chuvas fortes.

O alerta vermelho por calor extremo segue até a noite de hoje para Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Isso significa grande perigo para a saúde das pessoas. A situação é crítica em todos os municípios de São Paulo e Rio de Janeiro.

Partes do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul também estão no mapa de risco. A mesma atenção vale para áreas de Minas Gerais, Goiás e Espírito Santo. O sistema de alta pressão atua sem trégua, elevando os termômetros sucessivamente.

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Os riscos reais para a saúde

Esse calor extremo traz riscos reais à saúde. O estresse térmico é o principal deles, exigindo cuidados simples. Só no Rio, mais de 1,3 mil pessoas precisaram de atendimento médico.

Em áreas urbanas, o problema se intensifica. O asfalto e o concreto absorvem e devolvem o calor, criando ilhas de temperatura mais alta. Ficar em ambientes abafados sem ventilação piora muito a sensação.

Hidratação constante é a regra de ouro. Beba água mesmo sem sentir sede. Evite atividades físicas pesadas nos horários mais quentes, entre 10h e 16h. Use roupas leves e claras para ajudar o corpo a se refrescar.

A virada do tempo com chuvas fortes

O alívio do calor vem acompanhado de outro desafio. A previsão indica a chegada de chuva intensa em várias áreas do país. Ventos fortes e queda de granizo são possibilidades reais.

Para hoje, há alerta amarelo para tempestades em grande parte do Brasil. Os ventos podem atingir 60 km/h em algumas regiões. No Rio Grande do Sul, o aviso é laranja, de perigo, com validade até segunda-feira.

É um cenário de transição brusca. Depois de dias de calor extremo, o sistema agora muda. A massa de ar quente perde força com a entrada de umidade.

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O caso emblemático de São Paulo

A capital paulista viveu seu dezembro mais quente da história. Na sexta-feira, os termômetros marcaram 36,2°C, recorde desde 1961. O dia anterior, o Natal, já havia batido a marca com 35,9°C.

Para esta segunda-feira, a previsão é de máxima de 31°C, com chuva forte à tarde. O risco de alagamentos e quedas de árvores é significativo. A Defesa Civil local emite alertas constantes para a população.

A terça-feira segue o padrão de tempo instável. A temperatura varia entre 22°C e 29°C, com novas pancadas de chuva. Trovoadas, raios e rajadas de vento completam o cenário de final de ano atípico.

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