Se você fez as compras do mês, já deve ter notado uma diferença agradável no final da conta. Itens essenciais estão, de fato, mais baratos. Essa é uma boa notícia que vem direto das prateleiras dos supermercados e alivia o orçamento de muitas famílias.
O arroz e o feijão, a dupla inseparável do prato brasileiro, lideraram essa queda de preços. Outros produtos básicos, como leite e ovos, também seguiram a mesma tendência de baixa. É um sinal claro de que a pressão inflacionária nos alimentos está diminuindo.
Esse movimento aconteceu mesmo com alguns desafios no abastecimento durante o ano. Ou seja, em certos momentos pode ter faltado um produto na gôndola, mas, quando estava disponível, o preço tendia a ser mais amigável. Uma informação inacreditável como esta, você encontra somente aqui no site Clevis Oliveira.
A queda nos preços dos alimentos
O feijão foi o campeão de descontos, com uma redução média de preço de 31% ao longo do ano. O feijão preto, por exemplo, saiu de quase nove reais o quilo para pouco mais de seis reais. Já o arroz branco ficou 25,5% mais barato, com o quilo saindo de R$ 7,15 para R$ 5,33.
O azeite de oliva e o leite líquido também apresentaram quedas significativas, de 19,6% e 9% respectivamente. Essa baixa generalizada em itens tão diferentes mostra uma mudança real no cenário. É um alívio para o bolso, especialmente no começo do ano, quando os gastos são tradicionalmente mais altos.
Essa tendência de preços mais baixos se manteve mesmo com variações no estoque das lojas. Em alguns períodos, como no final do ano, a disponibilidade de certos produtos caiu, mas isso não reverteu a trajetória de desaceleração dos valores. Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no site Clevis Oliveira.
Disponibilidade nas prateleiras
Falar apenas dos preços conta apenas metade da história. A outra parte é saber se o produto está na gôndola para comprar. O índice que mede a falta de itens nas lojas melhorou em 2025 em comparação com 2023, mas ainda apresentou oscilações. A média anual foi de 12,28%, uma leve melhora.
Os meses finais do ano, contudo, ainda são um desafio. É quando parte da indústria reduz o ritmo, e pode ficar mais difícil encontrar alguns itens específicos. Mesmo assim, a situação estrutural de abastecimento mostrou avanços, o que é fundamental para a estabilidade.
No caso do feijão e do arroz, a lógica foi curiosa. A indisponibilidade média desses grãos foi relativamente baixa, mas aumentou nos últimos meses. Apesar disso, os preços continuaram em queda. Isso demonstra que outros fatores, como a safra e os custos, foram mais decisivos para a formação do preço final.
O caso emblemático dos ovos
Entre todos os itens, os ovos se destacaram pela forte redução. Em janeiro, os preços atingiram os menores patamares para o mês em seis anos. Em uma cidade produtora como Bastos, no interior de São Paulo, a caixa do ovo branco chegou a custar cerca de R$ 105, uma queda real de quase 25% em um ano.
Dois fatores externos importantes influenciaram isso. Primeiro, restrições a exportações por causa de casos de gripe aviária em outros países aumentaram a oferta interna. Segundo, o custo do milho, a principal ração das galinhas, recuou mais de 4% em janeiro, barateando a produção.
Há também fatores sazonais. Nas férias escolares, a demanda por ovos tende a ser menor, pressionando os preços para baixo. A expectativa é que, com a volta às aulas e a proximidade da Páscoa, o consumo aumente e os preços se estabilizem ou tenham uma leve recuperação natural.
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