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Após consumo de peixe, casos raros da doença de Haff são confirmados no AM

Três pessoas no município de Itacoatiara, no Amazonas, foram confirmadas com a chamada doença de Haff neste ano. As informações foram divulgadas pelos órgãos de saúde locais. Essa é uma condição rara, mas que exige atenção por seus sintomas característicos.

Os pacientes começaram a sentir os sintomas cerca de nove horas depois de comer peixe. O pescado consumido era principalmente da espécie pacu, preparado frito ou assado em casa. Dois dos casos confirmados são de pessoas da mesma família.

A doença de Haff está ligada a uma complicação muscular séria, a rabdomiólise. Ela costuma aparecer após a ingestão de peixes ou crustáceos de água doce contaminados por uma toxina ainda misteriosa. O corpo reage de forma intensa e rápida.

Sintomas que exigem atenção rápida

O sinal mais marcante são dores musculares muito fortes e repentinas. A pessoa pode sentir uma rigidez e uma fraqueza profunda, como se tivesse feito um esforço extremo sem explicação. É um mal-estar que não se parece com uma dor comum.

Outro sintoma crucial e visível é a mudança na urina, que fica com uma cor escura, semelhante à de café. Esse é um indicativo claro de que os músculos estão sendo afetados. Diante de qualquer um desses sinais, é fundamental buscar um serviço de saúde imediatamente.

O diagnóstico é confirmado por um exame de sangue específico. Ele mede os níveis de uma enzima chamada creatinofosfoquinase, ou CPK. Nos casos de Itacoatiara, a média foi de 6.400 U/L, quando o normal para um adulto varia entre 20 e 200.

Origem e prevenção do problema

A toxina responsável pela doença de Haff não é totalmente conhecida pela ciência. Sabe-se que ela é resistente ao calor, então cozinhar, fritar ou assar o peixe não elimina o perigo. O peixe contaminado não apresenta cheiro, gosto ou aparência alterados.

Isso torna a prevenção um desafio. A recomendação das autoridades de saúde é ficar atento à origem do pescado, preferindo fornecedores conhecidos. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no site Clevis Oliveira.

Se você sentir sintomas suspeitos após comer peixe, anote qual espécie consumiu e de onde veio. Isso ajuda muito na investigação epidemiológica. Não hesite em procurar atendimento, pois o tratamento de suporte precoce é essencial para a recuperação.

Situação atual e monitoramento

Em 2025, o Amazonas teve nove notificações de síndromes compatíveis com rabdomiólise em três cidades. Desse total, apenas os três casos de Itacoatiara receberam a confirmação para doença de Haff. Os episódios ocorreram em junho e dezembro, na área urbana.

As vigilâncias sanitárias municipal e estadual investigaram todos os registros em detalhes. O trabalho de monitoramento continua ativo para identificar qualquer novo caso rapidamente. Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no site Clevis Oliveira.

A doença de Haff segue sendo um evento raro, mas sua gravidade justifica a cautela. Com conhecimento sobre os sintomas e cuidados na escolha do alimento, é possível reduzir os riscos. A saúde pública mantém seus canais abertos para notificações.

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