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“Apocalipse nos Trópicos” é atração do “Cinema, Café e Tapioca”, neste sábado (17/01)*

O sábado promete ser especial para quem ama cinema e conversa boa em Fortaleza. O projeto “Cinema, Café e Tapioca” volta com tudo em 2026, retomando seu espaço de encontro para os cinéfilos. A reestreia acontece neste sábado, dia 17 de janeiro, com um documentário que tem dado o que falar no mundo todo.

A sessão começa cedo, às 9 horas, na sede da Associação Cearense de Imprensa, no Centro. Mas a programação começa ainda mais cedo, para quem quiser chegar com calma. A partir das 8 horas, um café da manhã será servido para os participantes. A entrada é completamente gratuita, um convite irrecusável para começar o fim de semana com cultura.

A ideia do projeto vai além de apenas assistir a um filme. É um momento de compartilhar impressões, debater ideias e se conectar com outras pessoas. Após a exibição, todos são convidados a mergulhar mais fundo na obra discutida. É a chance de transformar uma sessão de cinema em uma experiência coletiva e reflexiva.

### Um documentário premiado em foco

O filme escolhido para a reabertura não poderia ser mais especial. “Apocalipse nos Trópicos”, da diretora Petra Costa, é uma obra aclamada que percorreu o circuito internacional. O documentário já coleciona prêmios importantes em festivais renomados de diversos países. Esse reconhecimento mostra a força e a relevância do trabalho.

A produção também chama atenção por suas indicações. Ela é uma forte concorrente nas principais premiações do cinema mundial. A lista de indicados ao Oscar será divulgada em 22 de janeiro, gerando grande expectativa. Poucos dias depois, em 27 de janeiro, saberemos os nomes que brigarão pelo Bafta, o importante prêmio britânico.

Assistir a um filme com esse currículo é uma oportunidade única. O público cearense poderá ver, em primeira mão, uma produção que está no centro das discussões do cinema documental. É uma janela para histórias e narrativas que ecoam globalmente, mas com um olhar profundamente brasileiro.

### A conversa após a sessão

A experiência não termina quando as luzes se acendem. Logo depois do filme, começa um bate-papo enriquecedor sobre a obra. A mediação fica a cargo de Salomão de Castro, conhecido na cena cultural local. O objetivo é guiar uma troca de ideias aberta e acessível para todos os presentes.

O convidado especial para analisar o documentário será o crítico de cinema Felipe Haurelhuk. Com seu canal na internet, ele traz uma visão contemporânea e bem-informada sobre a sétima arte. A conversa vai explorar os detalhes do filme e seu impacto na atual temporada de premiações.

Esse momento de debate é o coração do projeto “Cinema, Café e Tapioca”. É quando as impressões pessoais se encontram com a análise técnica, criando um entendimento mais rico. Todos saem com uma visão ampliada, não só do filme, mas do próprio ato de ver cinema. A sessão acontece no auditório do sexto andar, na rua Floriano Peixoto, número 735.

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