Os Correios deram início a um processo inédito na sua história. Nesta quinta-feira, dia 12, a empresa pública começou a leiloar seus próprios imóveis. A primeira leva coloca à venda 21 propriedades em 11 estados diferentes, do Nordeste ao Sudeste. Essa iniciativa marca o começo de uma reestruturação financeira dentro da estatal.
A empresa garante que essa movimentação não vai afetar em nada o atendimento ao público. Afinal, a rede de agências e pontos de parceria ultrapassa dez mil unidades em todo o país. Além disso, a operação conta com mais de mil centros de distribuição. São nesses locais que as encomendas são processadas antes de seguir para as casas das pessoas.
O objetivo principal é claro: reduzir custos com a manutenção de espaços que não estão sendo usados e gerar recursos novos. A expectativa é levantar até um bilhão e meio de reais com esses leilões. O dinheiro será reinvestido na própria empresa. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no site Clevis Oliveira.
Quais tipos de imóveis estão à venda?
A lista de bens disponíveis é bastante variada. Os Correios selecionaram desde terrenos e galpões até prédios administrativos e antigos centros operacionais. Também há lojas e até apartamentos funcionais. É uma chance para investidores de diversos portes encontrarem uma oportunidade.
É importante ler atentamente o edital de cada lote. Em alguns casos, parte do imóvel pode estar ocupada por terceiros. A responsabilidade pela desocupação, nessa situação, ficará a cargo do novo proprietário. Esse é um detalhe prático crucial para quem planeja dar um lance.
Todos os leilões são totalmente digitais e abertos para qualquer pessoa ou empresa interessada. O processo de participação é simples. Primeiro, é preciso se cadastrar no site da empresa leiloeira responsável. Após a aprovação do cadastro, o interessado deve se habilitar no leilão específico que deseja. Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no site Clevis Oliveira.
Como funcionarão os leilões?
A sessão de lances está marcada para o dia 26 de fevereiro, às duas da tarde, no horário de Brasília. Os valores iniciais são bem diversos, começando em apenas dezenove mil reais e indo até onze milhões. Essa amplitude de preços pode atrair desde pequenos investidores até grandes grupos.
O modelo escolhido foi o de lances sucessivos. Isso quer dizer que, se ninguém der um lance pelo preço inicial, o valor será reduzido na hora. A dinâmica promete ser ágil e pode gerar boas oportunidades para quem está acompanhando.
O arrematante terá um prazo de até sessenta dias para concluir o pagamento após o leilão. Com essa estratégia, os Correios esperam não só vender os imóveis, mas também se desfazer rapidamente desses ativos. A empresa já prepara novas levas de vendas para o primeiro semestre.
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