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Coleira de Luma de Oliveira vira febre entre famosas, seguindo exemplo de Virginia.

Nos últimos dias, a internet brasileira se encantou com um acessório que voltou com tudo. Virginia Fonseca apareceu usando uma coleira de nome, estilizada, com a inscrição “Vini Jr.”, numa clara homenagem ao seu namorado. A referência, porém, remete a um momento icônico do carnaval.

Em 1998, a modelo Luma de Oliveira desfilou pela Imperatriz Leopoldinense com um colar similar. Na peça, estava o nome de seu então marido, o jogador de futebol Romário. A imagem ficou gravada na memória do país. Agora, décadas depois, outras celebridades decidiram reviver essa tendência cheia de significado.

Não se trata apenas de um enfeite qualquer. A coleira virou um símbolo versátil. Ela pode expressar amor, amizade, homenagem ou até mesmo fazer uma declaração de marca. É um detalhe poderoso que transforma um visual e conta uma história própria.

O tributo afetivo das famosas

Virginia Fonseca não fez só uma moda passageira. Ela resgatou um pedaço da história do carnaval para declarar seu amor no presente. A escolha por Vini Jr. na coleira mostra como o acessório se mantém atual. Ele funciona como uma declaração pública, mas íntima, carregada de personalidade.

Sabrina Sato também entrou nessa onda, mas em 2018. Ela usou uma coleira com o nome “Duda” durante um desfile, na época em que estava noiva de Duda Nagle. A apresentadora recebeu alguns comentários curiosos sobre a escolha. Sua resposta foi direta: disse que homenagear outra pessoa é um ato muito pessoal e cheio de significado.

Já a atriz Ingrid Guimarães deu um tom emocionante ao acessório. Em 2022, ela prestou uma homenagem ao amigo Paulo Gustavo, que havia falecido no ano anterior. A coleira trazia as iniciais “PG”, um gesto simples e carregado de saudade durante a folia.

Declarações de amor e estilo

Para algumas, a coleira é pura declaração romântica. Foi o caso da atriz Laura Neiva, que em 2022 surpreendeu ao desfilar com uma peça cravejada de pedras brilhantes. Nela, estava escrito “Chay”, em referência ao seu marido, Chay Suede. A legenda que acompanhou as fotos resumiu tudo: “Para/com/por ele”.

O acessório, portanto, vai além da moda pelo simples efeito visual. Ele se torna uma extensão da identidade de quem usa. É uma maneira de carregar simbolicamente uma pessoa amada junto ao corpo, transformando sentimento em adorno.

Essa prática mostra como elementos do carnaval podem ser ressignificados no guarda-roupa pessoal. O que era um símbolo de um casal famoso nos anos 90 virou um recurso estético e emocional para muitas mulheres hoje.

Uso criativo além dos nomes

Mas a criatividade não para nas homenagens a pessoas. A atriz Marina Ruy Barbosa provou que a coleira pode ter outras funções. Em seu caso, o acessório não levava o nome de um par romântico. Em vez disso, estampava o nome de um camarote famoso da Marquês de Sapucaí.

Essa foi uma jogada de estilo inteligente, misturando moda e uma pitada de publicidade. A atitude de Marina demonstra como a peça é adaptável. Ela pode servir a diferentes propósitos, sempre mantendo seu impacto visual e seu poder de comunicação.

Seja para declarar amor, celebrar uma amizade, honrar uma memória ou até marcar presença em um evento, a coleira de nome encontrou seu lugar. Ela é mais que um retrocesso; é uma tradição que se renova a cada carnaval, com novas histórias para contar.

A volta desse acessório comprova que algumas ideias nunca saem de moda de verdade. Elas apenas dormem por um tempo, esperando o momento certo para serem relembradas. E quando retornam, trazem consigo todo o charme do passado, agora misturado aos afetos do presente.

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