MP planeja expansão de projeto que combate uso de drogas e influência de facções criminosas em escolas
Imagine um projeto que chega nas escolas com uma missão poderosa: proteger nossos jovens. Ele se chama Fala que Salva e começou sua jornada em Fortaleza no ano passado. A ideia é simples, mas fundamental: criar um diálogo aberto com crianças e adolescentes sobre perigos reais. O foco está em dois grandes desafios: a prevenção ao uso de drogas e a influência de facções criminosas no ambiente escolar.
A iniciativa não fica apenas nas palavras. Ela se materializa em visitas e palestras educativas dentro das unidades de ensino. O objetivo é sensibilizar os estudantes antes que problemas maiores apareçam. Esse trabalho é uma parceria direta com a Secretaria Municipal de Educação. Juntos, eles buscam fortalecer a comunidade escolar contra ameaças externas.
Os primeiros resultados vêm de sete escolas públicas em áreas mais vulneráveis da capital. Foram meses de conversas e construção de confiança entre alunos, educadores e autoridades. O projeto age como uma ponte importante, ligando a sala de aula a órgãos de proteção. Esse canal de comunicação pode fazer toda a diferença na vida de um jovem.
Expansão para todo o Ceará
O sucesso inicial em Fortaleza abriu caminho para planos mais ousados. O Ministério Público do Estado, através de seu centro de apoio à educação, já planeja a expansão do projeto. A meta é levar o Fala que Salva para outros municípios cearenses a partir de 2026. A proposta foi discutida em uma reunião de acompanhamento no final de janeiro.
Na ocasião, foram avaliadas todas as ações já executadas na capital. Liderados pelo promotor Antônio Forte, os participantes definiram os próximos passos da iniciativa. O planejamento para a nova fase está em andamento, com atenção aos detalhes práticos que garantirão o bom funcionamento. A ideia é replicar a experiência positiva sem perder a essência do trabalho.
O encontro também debateu estratégias de articulação com outras instituições. A força do projeto está justamente na união de diferentes esferas de poder. A educação sozinha não resolve tudo; é preciso uma rede de apoio consistente. A expansão depende dessa colaboração entre polícias, bombeiros, secretarias e o Ministério Público.
Uma rede de proteção escolar
Quem está à frente dessa frente de proteção? Uma verdadeira task force pela segurança dos estudantes. Participaram da reunião promotores de Justiça, representantes da Polícia Militar e da Polícia Civil do Ceará. Também estavam presentes integrantes do Corpo de Bombeiros Militar e técnicos da Secretaria Municipal de Educação.
Cada um desses agentes traz uma perspectiva única para a mesa. O tenente-coronel da PM, a delegada da Civil, o oficial dos Bombeiros: todos compartilham o mesmo objetivo. Eles veem de perto as consequências da violência e das drogas. Sua experiência no campo é inestimável para formular ações preventivas realistas.
Juntos, eles trabalham para construir um escudo protetor em torno das escolas. A presença integrada dessas instituições envia uma mensagem clara à comunidade. A segurança do aluno é uma responsabilidade de todos. Quando essa rede funciona, o ambiente escolar se transforma em um espaço verdadeiramente seguro para aprender e crescer.
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