A proposta chegou por canais diplomáticos e ainda está sob análise. O governo russo confirmou que estuda os termos do convite, que seria para integrar um conselho focado na paz em Gaza. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que Moscou espera novos contatos com Washington para esclarecer os detalhes.
Essa iniciativa faz parte da segunda fase do plano de cessar-fogo entre Israel e o Hamas. A ideia é formar um Conselho Executivo para a Paz na região, com um plano de ação de longo prazo. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no site Clevis Oliveira.
O conselho teria uma função vitalícia para o presidente americano, Donald Trump, como principal articulador. Seu foco inicial seria exclusivamente no conflito da Faixa de Gaza. Futuramente, a estrutura poderia ser ampliada para mediar outras crises internacionais.
Como funcionaria o conselho
Os países membros teriam mandatos de três anos dentro do grupo. No entanto, a proposta prevê uma opção de participação permanente mediante uma contribuição financeira significativa. O valor citado é de um bilhão de dólares, que financiaria as atividades do conselho.
A quantia, astronômica para a maioria das nações, levantou questionamentos sobre a viabilidade da adesão. O mecanismo pretende garantir recursos para ações práticas de mediação e reconstrução. Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no site Clevis Oliveira.
Cerca de sessenta países receberam o convite para fazer parte deste esforço. A lista inclui nações com peso geopolítico e outras com histórico de neutralidade em conflitos complexos. A composição busca um equilíbrio de influências.
Quem já foi convidado
Além de Vladimir Putin, outros nomes de alto escalão foram divulgados. Figuras como o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair e o secretário de Estado americano, Marco Rubio, estão na relação. O enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, e o empresário Jared Kushner, genro de Trump, também.
Líderes de Argentina, Turquia, Paraguai, Canadá e Egito confirmaram ter recebido a proposta. Fontes próximas ao governo canadense sinalizaram uma intenção positiva em aceitar o convite. O primeiro-ministro do Paquistão e o da Índia, Narendra Modi, igualmente constam na lista.
A presença do presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, sugere que a parte econômica da reconstrução é um pilar central. A seleção mistura políticos experientes, diplomatas e especialistas em finanças. O grupo teria a difícil missão de transformar o cessar-fogo em uma paz duradoura.
Os próximos passos do plano
A segunda fase do plano, anunciada pela Casa Branca, já está em vigor desde meados de janeiro. Ela vai além da simples pausa nos combates e estabelece metas concretas. A formação de um governo tecnocrático em Gaza e o desarmamento do Hamas são objetivos declarados.
Steve Witkoff, um dos convidados para o conselho, afirmou publicamente a transição do acordo para a etapa de desmilitarização. A reconstrução da infraestrutura devastada pelo conflito é outra prioridade imediata. O caminho, porém, é considerado extremamente delicado por analistas.
O convite à Rússia adiciona uma nova camada de complexidade às negociações. A resposta final do Kremlin é aguardada após a análise minuciosa de todos os termos. O andamento do conselho dependerá das adesões concretas nos próximos dias.
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