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Brasil terá de pagar US$ 1 bi em ‘Conselho da Paz’ de Trump

O convite chegou. O governo de Donald Trump formalizou um pedido para que o Brasil integre seu novo Conselho da Paz. A informação, revelada com exclusividade, veio acompanhada de um documento detalhando as regras do jogo. Agora, a decisão está nas mãos do presidente Lula.

A proposta é clara: países como Turquia, Canadá e Argentina também estão na lista de convidados. Cada nação teria um mandato inicial de três anos no conselho. No entanto, existe um caminho direto para uma vaga permanente. Basta um investimento financeiro significativo no primeiro ano.

O valor mencionado para garantir essa permanência é substancial: pelo menos um bilhão de dólares. Enquanto isso, o presidente argentino Javier Milei já anunciou publicamente sua adesão à iniciativa. O Brasil, por sua vez, ainda avalia a proposta e não deu uma resposta final.

Como funciona o Conselho da Paz

A minuta da carta estabelece que Donald Trump será o primeiro presidente do conselho. Ele terá um papel central, com autoridade exclusiva para aprovar as decisões votadas pelos estados-membros. A estrutura promete ser ágil e se distanciar de abordagens tradicionais que, na visão do projeto, falharam no passado.

O documento descreve o grupo como um órgão internacional único e impressionante, focado na construção de uma paz duradoura. A ideia é reunir nações dispostas a liderar pelo exemplo e a investir no futuro. No entanto, muitos detalhes operacionais seguem sem esclarecimento público.

Não está totalmente claro, por exemplo, qual seria o papel prático de cada país participante. O funcionamento diário e o impacto real das decisões também são pontos que aguardam definição. A carta é um ponto de partida, mas a implementação concreta é outro capítulo.

Os critérios e o convite

A regra financeira é um dos pilares do convite. Países que contribuírem com mais de um bilhão de dólares em fundos em dinheiro escapam do limite de três anos. Essa contribuição, feita no primeiro ano, garante uma posição permanente no conselho. É uma opção disponível, mas não obrigatória.

Trump enfatizou que convocará seus "maravilhosos e comprometidos parceiros" para uma cúpula em breve. O tom é de seletividade e exclusividade, tratando o conselho como uma honra reservada a líderes preparados. O plano completo e a carta já estão circulando entre os governos convidados para assinatura e ratificação.

Cada nação poderá designar um representante autorizado para participar das reuniões. O processo, portanto, está em andamento. Enquanto alguns líderes já manifestaram interesse, outros, como o brasileiro, analisam os termos e as implicações de se juntar a esse novo fórum internacional.

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