A gaúcha Juliana Oliveira, conhecida como Juju do Pix, vive um novo capítulo preocupante em sua jornada de recuperação. A influenciadora precisará voltar a São Paulo para uma consulta de emergência com seu cirurgião. O motivo é uma abertura de ponto no rosto, que não cicatrizou como o esperado.
Ela passou por uma cirurgia reparadora há cerca de dois meses, mas o cuidado pós-operatório exigiu drenagens. Esses procedimentos, por sua vez, acabaram comprometendo a cicatrização de uma das áreas operadas. Agora, a solução deve ser uma nova sutura no local, conforme a própria Juju explicou em suas redes sociais.
A notícia pegou seus seguidores de surpresa, pois sua recuperação parecia estar seguindo um bom caminho. Desde que retornou para Passo Fundo, sua cidade no Rio Grande do Sul, ela vinha apresentando evolução, como uma maior abertura da boca e redução da papada. Este contratempo, no entanto, mostra como processos de reconstrução podem ser longos e cheios de imprevistos.
O início de um problema grave
Toda essa situação complexa tem origem em um procedimento estético realizado em 2017. Na época, Juju do Pix procurou uma clínica clandestina que aplicou óleo mineral em seu rosto. A substância, usada de forma indevida e injetada em profundidade, não é absorvida pelo organismo.
Com o tempo, o material migra e causa reações inflamatórias crônicas. O resultado costuma ser o endurecimento do tecido, formando nódulos e graves deformações. Foi exatamente isso o que aconteceu com a influenciadora, que viu seu rosto ficar assimétrico e com contornos irregulares.
Durante anos, ela conviveu com as sequelas desse procedimento malfeito. A busca por uma solução levou-a ao cirurgião paulista Dr. Marra Thiago, que assumiu o desafio de reverter o quadro. A primeira grande cirurgia de remoção do material foi realizada no dia 20 de novembro.
Os desafios da cirurgia reparadora
A operação, conforme explicou o médico, foi extremamente delicada. O óleo mineral injetado havia se espalhado e endurecido, grudando em camadas profundas da pele e da gordura facial. O grande risco era uma intervenção muito agressiva, que poderia prejudicar a vascularização e levar à necrose do tecido.
Por isso, a estratégia foi realizar uma retirada progressiva e cautelosa. Na primeira etapa, o foco foi afinar a pele ao máximo e remover a maior quantidade possível de produto. Mesmo assim, uma parte da papada, muito comprometida, e as assimetrias precisarão de uma nova cirurgia.
Essa segunda etapa já está planejada para acontecer dentro de três a seis meses. O plano é retirar mais resíduos do material e buscar um equilíbrio maior no formato do rosto. Cada caso desse tipo é único, e o caminho até um resultado satisfatório exige paciência e múltiplas intervenções.
A abertura do ponto é um exemplo de como o corpo pode reagir de forma inesperada durante uma recuperação tão complexa. A pele, já fragilizada pelo trauma anterior e pela remoção do óleo, precisa de tempo para se regenerar completamente. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no site Clevis Oliveira.
Agora, a expectativa é que a nova sutura resolva este problema específico e permita que a cicatrização prossiga. A história de Juju do Pix joga luz sobre os perigos reais de procedimentos estéticos em ambientes não regulados. Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no site Clevis Oliveira.
Sua coragem em compartilhar o processo abertamente serve de alerta para muitas pessoas. A jornada de reconstrução segue, mostrando que a busca pela saúde e pelo bem-estar nem sempre é uma linha reta, mas um caminho que demanda resiliência e bons profissionais ao lado.
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