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Conheça as rainhas do Carnaval do Rio: elas vão incendiar o desfile do Grupo Especial!

O Carnaval do Rio já tem data marcada para 2026. Os desfiles do Grupo Especial acontecem nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro, na Marquês de Sapucaí. Enquanto os sambas-enredo são preparados, outro assunto agita os bastidores: a escolha das rainhas de bateria. Elas são a energia à frente dos ritmistas, um símbolo de beleza e empolgação. Este ano, o time promete parar a avenida.

Nomes muito conhecidos do grande público vão comandar o coração das escolas. Algumas são estreantes, outras retornam depois de muitos anos. Há também aquelas que consolidam uma longa história de paixão. Essa mistura garante um espetáculo ainda mais emocionante para quem assiste em casa ou na arquibancada.

A função vai muito além de uma simples apresentação. As rainhas se tornam a cara da escola durante todo o ano, participando de ensaios e eventos. É uma relação de identidade e comunidade. Para o público, ver uma figura familiar no comando da bateria cria uma conexão instantânea com o desfile.

Virginia Fonseca e as estreias promissoras

Virginia Fonseca é um dos nomes mais aguardados. A apresentadora e influenciadora assumiu o posto na Grande Rio, seguindo os passos de Paola Oliveira. Ela tem mostrado dedicação total nos ensaios, ansiosa para sua primeira vez na avenida. Sua presença deve atrair um olhar ainda mais atento para a escola de Duque de Caxias.

Outra estreia de peso é da nutricionista Vanessa Rangeli. Ela comandará a bateria da Acadêmicos de Niterói em um momento histórico. A escola fará sua primeira apresentação no Grupo Especial. Ou seja, Vanessa embarca nessa jornada duplamente pioneira, levando a energia de Niterói para a Sapucaí.

Mileide Mihaile também inicia um novo ciclo. Depois de oito anos na Grande Rio, ela se muda para a Unidos da Tijuca. A influenciadora, já uma figura consolidada no Carnaval, levará seu samba no pé para o Morro do Borel. Sua adaptação à nova escola é um dos detalhes a serem observados.

Juliana Paes e os retornos emocionantes

A atriz Juliana Paes é um caso especial de retorno. Ela aceitou o convite para ser rainha da Viradouro depois de 17 anos longe do posto. A motivação foi bonita: homenagear a mestra de bateria Ciça, que será tema do enredo da escola em 2026. É uma volta carregada de significado e emoção.

A cantora IZA também retorna à Imperatriz Leopoldinense. Destacada no mundo da música, ela não esconde o orgulho de representar sua comunidade. Seu vínculo com a escola transforma sua atuação em algo muito pessoal. A energia dela promete contagiar toda a avenida mais uma vez.

Sabrina Sato mantém sua consagrada parceria com a Unidos de Vila Isabel. A apresentadora tem uma das trajetórias mais longas no cargo, com pausas e retornos que só fortaleceram esse laço. Em 2026, ela segue como um dos pilares da escola, um verdadeiro símbolo de continuidade.

As rainhas da comunidade e suas histórias

Muitas rainhas carregam a escola no coração desde sempre. É o caso de Lorena Raissa, da Beija-Flor. Sua mãe entrou em trabalho de parto após um ensaio técnico da escola. A jovem está no quarto ano como rainha, vivendo uma paixão que vem de berço. Histórias como essa mostram a raiz do Carnaval.

Evelyn Bastos, da Mangueira, é outra que vem da comunidade. Ela é rainha há mais de uma década e também diretora da liga das escolas. Sua trajetória começou em 2014 e se mistura com a própria história da Estação Primeira. É a representação de uma ligação genuína e profunda.

Bianca Monteiro, na Portela, segue essa linha. Ela é rainha há nove anos, mas frequenta a escola desde os 13, inicialmente como passista. Além de modelo, é professora de samba. Sua vida se confunde com a agremiação, mostrando que o papel vai muito além de um único desfile.

As experientes e as revelações

Viviane Araújo é sinônimo de tradição. Com 18 anos à frente do Salgueiro, ela é chamada de Rainha das Rainhas. Sua experiência é um capítulo à parte na Sapucaí. O público a admira pela segurança e pela história que construiu, desfilando com a mesma empolgação do primeiro dia.

Do outro lado, Mayara Lima, da Paraíso do Tuiuti, é uma revelação que conquistou o posto. Ela viralizou nas redes sociais em 2022 ao mostrar um samba no pé impecável. De dançarina a uma das rainhas mais comentadas, sua ascensão rápida mostra como o Carnaval ainda é terra de oportunidades.

Fabíola Andrade completa esse quadro na Mocidade. Ela tem uma relação antiga com a escola, tendo sido musa antes de se tornar rainha. Casada com o patrono da agremiação, sua história é entrelaçada com a verde e branco. É mais um exemplo de como esses vínculos pessoais enriquecem a festa.

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