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‘Só existe um presidente aqui, e o nome dele é Nicolás Maduro’

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, fez um pronunciamento grave neste sábado. Ela relatou uma ação militar norte-americana contra o território venezuelano nas primeiras horas da madrugada. Segundo suas declarações, o ataque resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores.

Rodríguez foi enfática ao reafirmar que Nicolás Maduro segue sendo o único presidente legítimo do país. A declaração ocorreu durante uma reunião de emergência do Conselho de Defesa Nacional, no Palácio de Miraflores. O governo venezuelano já havia alertado anteriormente sobre a possibilidade de uma agressão estrangeira sob falsos pretextos.

A vice-presidente deixou claro que, na visão do governo, o objetivo real da operação é forçar uma mudança de regime. A intenção, segundo ela, seria permitir que potências estrangeiras assumissem o controle dos vastos recursos naturais venezuelanos. Diante da crise, ela fez um apelo para que a comunidade internacional compreenda essa perspectiva.

Reação imediata e medidas de defesa

Autoridades de todos os poderes do Estado e do alto comando militar participaram da sessão de emergência. No encontro, foi exigida a libertação imediata do presidente e da primeira-dama. Paralelamente, foram acionados todos os mecanismos de segurança e defesa da nação.

Rodríguez afirmou que o propósito é defender a independência, a soberania e a integridade territorial do país, que estariam sob ataque. Ela também mencionou que o povo foi às ruas, respondendo a um chamado prévio feito por Maduro para mobilizar as forças de defesa nacionais e as milícias.

Como parte da resposta, um decreto presidencial que declara estado de agitação externa foi enviado para revisão constitucional. A expectativa é que a medida receba aprovação judicial em breve para que possa ser implementada de forma imediata, organizando as ações do governo frente à crise.

Contexto internacional e apelo à unidade

A vice-presidente destacou o apoio que a Venezuela estaria recebendo de várias nações ao redor do mundo. Ela citou expressões de solidariedade vindas de países como China, Rússia, e de diversas regiões como América Latina, Caribe, África e Ásia. Governos de várias partes do globo teriam repudiado o ataque.

Em seu discurso, Rodríguez utilizou uma citação histórica de Simón Bolívar para simbolizar a luta atual. A mensagem reforçava a ideia de que o país, após conquistar sua liberdade, não aceitaria retornar a uma condição de submissão. A fala teve um tom de resolução firme contra o que foi classificado como uma tentativa de colonização.

Por fim, a vice-presidente dirigiu-se diretamente à população venezuelana, pedindo calma e unidade nacional neste momento crítico. Ela enfatizou a necessidade de uma fusão total entre o povo, a polícia e as forças armadas para defender a soberania nacional. O chamado foi para que todos enfrentem a situação unidos, como um só corpo, pela pátria.

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