Um apartamento no bairro Pioneiros, em Campo Grande, foi consumido por um incêndio na última quinta-feira. O imóvel pertence à cantora sertaneja Adriana, da dupla com Patrícia, que estava fora da cidade no momento do ocorrido. As chamas começaram nas primeiras horas da manhã e tomaram conta da sala e da cozinha.
Os bombeiros foram acionados rapidamente e controlaram o fogo. Apesar do esforço, a fumaça já havia se espalhado pelos corredores do Residencial Castelo de Mônaco. As causas ainda estão sendo investigadas, mas a hipótese inicial é de um problema em algum eletrodoméstico.
O apartamento estava trancado e vazio, o que evitou uma tragédia maior. No entanto, a cantora enfrenta uma dolorosa perda. Seu gato de estimação, chamado Aylan, não conseguiu escatar e foi encontrado sem vida no local.
A dor pela perda de um membro da família
Adriana usou suas redes sociais para desabafar sobre a perda do animal. O gato havia sido adotado pela família apenas em abril. Em um post emocionado, ela descreveu o carinho que o pet recebia desde o primeiro dia em sua casa.
A artista confessou a dificuldade de lidar com esse luto inesperado. Ela mencionou ter resistência em adotar animais justamente pelo medo de passar por uma situação de perda. A dor da despedida, segundo ela, é algo profundamente marcante.
A cantora também pediu orações aos seus seguidores. Ela afirmou que ainda não se sente preparada para retornar à rotina normal de trabalho ou aparecer publicamente. O momento é de luto pela perda do animal e pelo susto com a destruição do lar.
O susto longe de casa e o retorno para ver os danos
Adriana estava hospedada na casa de amigos, em Rio Verde de Mato Grosso, quando o incêndio aconteceu. Ela foi acordada por uma enxurrada de mensagens, vídeos e ligações alertando sobre o fogo. A notícia a pegou completamente de surpresa.
Ela retornou a Campo Grande imediatamente após ser informada pela sua assessoria. O apartamento, claro, estava bastante danificado. Apesar do prejuízo material, o sentimento que prevaleceu foi o de alívio por nenhum membro da família ter estado presente.
A maior preocupação, segundo ela, era com a segurança do seu filho. Imaginar que ele poderia estar no local durante o incêndio foi a parte mais angustiante de toda a experiência. Agora, além de cuidar do luto, ela terá que lidar com a reconstrução do espaço.
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