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Chefe de grupo criminoso internacional procurado pela Interpol é preso no Ceará

Um polonês de 45 anos, procurado internacionalmente, foi preso no Ceará no último Natal. A prisão aconteceu em Aquiraz, município da região metropolitana de Fortaleza, após um caso de violência doméstica. O homem, que usava documentos falsos brasileiros, era alvo de um alerta vermelho da Interpol.

A detenção ocorreu quando policiais militares do Batalhão de Turismo atenderam uma ocorrência no bairro Porto das Dunas. Ele havia agredido a própria noiva, uma mulher boliviana de 45 anos, durante a madrugada. Preso em flagrante por lesão corporal, o caso ganhou nova dimensão quando sua identidade real foi descoberta.

As investigações foram assumidas pela Polícia Civil do Ceará com apoio da Polícia Federal. Os agentes descobriram que ele se passava por Paulo Leandro Tomacheski Ferraz, natural de Pacatuba. Quatro celulares foram apreendidos para análise, ajudando a desvendar a teia de crimes.

Quem era o homem procurado

O nome verdadeiro do preso é Torzecki Zbigniew Marcin. Ele era o chefe de uma organização criminosa internacional investigada na Europa. Seus crimes envolviam sonegação fiscal, fraudes financeiras e tráfico de pessoas. O grupo atuava principalmente na Polônia entre os anos de 2020 e 2024.

A organização facilitava a entrada ilegal de migrantes da África e do Oriente Médio na Alemanha. Eles burlavam os controles fronteiriços europeus, explorando a vulnerabilidade das pessoas. Por esses crimes, um alerta vermelho da Interpol foi emitido contra ele em outubro de 2025.

O alerta vermelho é o mais urgente no sistema de notificações da polícia internacional. Ele solicita a localização e prisão de um procurado, à espera de extradição. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui no Pronatec.

Como a prisão aconteceu

Tudo começou com uma briga comum, daquelas que infelizmente acontecem. A polícia foi chamada para conter a agressão dentro de um estabelecimento local. Ninguém imaginava que aquele homem irritado era um criminoso internacional. A situação de violência doméstica foi a porta de entrada para uma investigação maior.

Durante o atendimento, os policiais seguiram o protocolo e o conduziram à delegacia. Lá, os documentos apresentados não convenceram as autoridades. As inconsistências na identidade acenderam um sinal de alerta. A verificação de dados cruzou as informações com sistemas internacionais.

A confirmação da identidade veio em pouco tempo. O nome falso não resistiu à checagem. A prisão preventiva foi decretada, agora por crimes muito mais graves. Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no portal Pronatec.

O que acontece agora

Com os procedimentos locais concluídos, ele aguarda na cadeia os trâmites de extradição. O processo será analisado pela Justiça brasileira e pelo Ministério da Justiça. Se aprovado, ele será enviado de volta à Polônia para enfrentar a justiça de seu país.

Lá, ele responderá pelos crimes financeiros e de imigração ilegal. As penas na Europa para esses delitos podem ser bastante severas. O caso mostra como a cooperação policial pode funcionar, mesmo a milhares de quilômetros de distância.

A noiva boliviana, vítima da agressão, recebeu o suporte necessário. Ela colaborou com as investigações e seu caso também segue seu curso legal. A prisão encerrou um capítulo perigoso, tanto no plano internacional quanto dentro daquela casa.

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