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Com Seixenta Anos de Carreira, Tony Ramos descarta a ideia de parar e afirma: gosto mesmo de trabalhar

Tony Ramos, já com 78 invernas, continua sendo uma presença imprevista no cenário cultural brasileiro. Apenas no ano passado participou da “Conversa com Bial”, programa que mistura reflexões sobre carreira e vida pessoal. A oportunidade trouxe à tona uma discussão leve sobre quanto ele valoriza o ato de criar histórias, e como a idade influencia a percepção do sucesso.

Ele ainda aparece nas telas de grande peso, como Otoniel na novela “Quem Ama Cuida”, e tem sido reconhecido por décadas pela versatilidade e carisma que marca cada papel. Sempre mantém um olhar atento às novas tendências, adaptando‑se sem perder a essência do seu retrato artístico.

Desde 1964, Tony começou na TV Tupi e em 1977 entrou na Globo, onde criou personagens marcantes. Hoje, aos mais de 60 anos, ele ainda faz novelas e participa de projetos, mostrando que a passion pela arte nunca envelheceu. Trabalho e paixão

Na mesa ao lado de Tony, Betty Faria e Valentina Daniel compartilharam memórias de projetos icônicos e comentaram a velocidade das demandas contemporâneas. Faria ressaltou que o ator conseguiu equilibrar saúde e produtividade, mesmo após uma intervenção cirúrgica. Valentina acrescentou que a paixão pelo palco transcende o tempo, tornando‑se um motor constante de inspiração para todos os convidados. Os três discutiram como a experiência de décadas de atuação abre portas para entender melhor a pressão e o prazer de criar narrativas que tocam milhões de espectadores ao redor do mundo. Com isso, o programa revelou que a maturidade não apaga o desejo de inovar, mas o transforma num ciclo infinito de aprendizado e criação.

Ao responder ao apelo de reduzir a intensidade, Tony admitiu que seu rótulo de ‘workaholic’ é mais um reconhecimento honesto do que uma culpa. Ele explicou que a obsessão pelo trabalho surge de uma vontade profunda de deixar legado e de se sentir útil diariamente. Para ele, essa ética de entrega é a chave que permite transformar cada projeto em obra, independentemente da idade dos protagonistas. Assim, o ator convida seus interlocutores a considerarem que a paixão pode coexistir com a sabedoria de pausar.

Apesar de estar próximo da aposentadoria previdenciária, Tony Ramos já completou mais de sessenta anos de carreira e ainda sente curiosidade para novos desafios. Seu exemplo mostra que a jornada artística não termina com a idade, permanecendo aberta a novas histórias. Muitos admiram a forma como ele integra teatro, cinema e televisão, mantendo a voz audiovisual viva até nos dias de ouro. O público acompanha suas aparições por meio de programas como a mesma conversa, que revela tanto o humor quanto a determinação de continuar contribuindo para a cultura nacional. É um lembrete de que a criatividade nunca perde o poder de guiar quem tem coragem de lutar.

Tony Ramos continua a brilhar no palco e na tela.
Aqui, o ator demonstra que o amor pelo trabalho pode ser sustentado por paixão duradoura.

Aos 78 anos, ator falou sobre a relação com o trabalho, confirmando que se considera um “workaholic”. Tony Ramos, de 78 anos, não intenciona abandonar a atuação. Mesmo depois de mais de seis décadas dedicadas à televisão, ao cinema e ao teatro, o ator afirmou que seu plano para os próximos anos é apenas diminuir a intensidade da agenda profissional. A declaração foi feita durante participação no “Conversa com Bial”, exibido na última terça‑feira (8/9), na Globo. No programa, Tony dividiu a conversa com Betty Faria e Valentina Daniel, falando sobre a longevidade da carreira e o prazer que ainda encontra no trabalho.

Betty Faria, co‑anaíte, destacou que o ator manteve compromissos mesmo após uma cirurgia e um problema de saúde. Ela disse que agradece a vida e que ser “workaholic” não é uma revelação, mas uma verdadeira motivação constante.

Desde 1964, Tony começou na TV Tupi e em 1977 entrou na Globo, onde construiu alguns dos papéis mais conhecidos de sua trajetória. Ao longo das décadas, o ator se consolidou como um dos nomes mais reconhecidos da dramaturgia brasileira e segue em atividade mesmo após completar mais de 60 anos de profissão.

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