Sobral por vinte e quatro horas: Francisco Gil reencontra Preta Gil na Índia e sente o clássico Senti comigo
O cantor Francisco Gil acabou de lançar o single “Reconstruir”, uma música dedicada à sua mãe, Preta Gil, numa semana de 4 de setembro.
No clipe da faixa, que foi filmado na Índia, ele revelou que trouxe uma câmera de filme antigo para registrar o momento especial.
Segundo ele, a viagem à Índia era um reencontro com a artista que faleceu em julho de 2025, aos cinquenta anos por complicações de um cancro intestinal.
As redes sociais mostram que o cantor partiu com amigos e gravou o vídeo em cidades como Jaipur, Pushkar e Nova Delhi, deixando um rastro de paz e esperança.
## Título 2
Enquanto organizava a viagem à Índia, Francisco Gil sentiu a presença da própria mãe em cada passo da jornada. Nas redes sociais ele disse que o clipe da nova faixa foi filmado lá, usando uma câmera de filme antigo que guardava lembranças de viagens anteriores. O objetivo declarado era registrar o encontro espiritual que ele imaginava, mas o resultado acabou transcendendo as imagens, tornando‑se um espaço de convívio com a memória afetiva. Ele passou por Jaipur, Pushkar, Rishikesh, Varanasi, Govardhan e Nova Delhi, onde a atmosfera parecia pulsar com energia sagrada, reforçando a sensação de que a materna recordação estava presente em cada canto.
Na entrevista ao programa GShow, Francisco detalhou como a viagem foi marcada pela expectativa de encontros com a falecida mãe, que havia morrido em julho de 2025 aos cinquenta anos por complicações de um cancer intestinal. Ele relatou que a iminência da morte já pairava entre eles, alimentada pela fé profunda de Preta. Ao caminhar pelas ruas sãs, ele sentiu uma presença divina tão intensa que, dentro desse vínculo, reconheceu a figura de sua mãe, criando um encontro quase visceral.
Após retornar ao Brasil, Francisco compartilhou que a experiência deixou uma marca profunda, pois o clipe simboliza o desejo de manter viva a memória da mãe mesmo após a partida eterna. Ele afirmou que, agora, cada vez que ouve a melodia, sente um abraço que cruza distâncias e tempo. Para ele, a viagem à Índia não foi apenas um passeio físico, mas um caminho de cura emocional e de reconciliação com o legado familiar. O documento musical se tornou um altar silencioso, onde a espiritualidade se mistura com a alegria de preservar laços que, de outra forma, poderiam se diluir. Ela também regala a canção para todos os amigos presente.
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