A coluna manteve a informação principal e mostrou que a XP não participou da venda da Jequiti, conforme a reportagem publicada ontem. O Grupo Silvio Santos negou categoricamente que a cosmetics‑empresa tenha sido transferida, reiterando que suas atividades continuam sem interrupções. Essa confirmação veio de um comunicado emitido pela própria empresa, que afirmou que a negociação nunca ocorreu. Os dados apontam que, mesmo sem a transação, o valor em questão – cerca de 500 mil milhões de reais – representa um desafio financeiro enorme para o grupo e a credibilidade da fonte.
Porém, a esfera de bastidores revela sinais de que uma venda pode ocorrer, e a possibilidade é tratada por consultorias. Fontes do mercado indicam que a Jequiti está “afundada em dívidas”, numa situação que a família já considerava precária. Na manchete, a mídia aponta para a XP como a principal candidata a assumir a operação, sob a orientação de um advogado que preparou uma carta‑fiança. O documento, entregue por John Alves, filho de José Alves, sugere que ele seria o gestor da futura negociação com responsabilidade no futuro da empresa.
John Alves, filho de José Alves, preparou uma carta‑fiança que foi enviada ao Grupo Silvio Santos como garantia da negociação. O documento detalha os termos pretendidos e alerta que, em caso de descumprimento, o comprador poderia buscar recursos judiciais. Seu involvement dá ao caso um viés jurídico mais sólido e acelera a discussão interna sobre quem
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