Um ano depois que quatro homens foram mortos em busca de uma dívida, a polícia acabou de arrancar o fim desse mistério. Os corpos de Robishley, Rafael, Diego e Alencar foram encontrados mais de um mês atrás, e agora seus familiares estão presos.
Três deles viajavam para o interior do estado de São Paulo porque queriam cobrar uma dívida de R$ 255 mil, e ficaram na lista vermelha da Interpol. Quando a tarefa falhou, o sangue ficou. Agora, a investigação revelou caminhos que levam direto aos culpados.
A equipe de Umuarama, na fronteira entre São Paulo e Paraná, seguiu pistas deixadas pelos familiares e obteve um endereço no ribeirinho de Rio das Pedras. Lá, Antônio e Paulo Ricardo Buscariollo, pai e filho, ficaram reféns, junto com outros dois filhos que também eram alvos da operação.
Carlos Henrique foi capturado em Santa Bárbara d’Oeste, onde também foi acusado de ajudar seu pai e irmão na fuga. Seus irmãos Carlos Eduardo já tinha condenações por tráfico de drogas e agora se juntam ao grupo de suspeitos.
O advogado Renan Farah, que representa os três presos, menciona que tem provas de que Carlos Henrique não estava na cidade durante o crime. Ele espera as audiências de custódia e garante que haverá um julgamento justo para todos os envolvidos.
Título 2
Na segunda-feira 18, a polícia de Umuarama anunciou que encontrou os assassinos. Os investigadores rastrearam o traço da família que vivia sob a sombra da Interpol, e finalmente conseguiram localizar o esconderijo no sertão de Rio das Pedras. O sítio estava a quase quarenta e nove quilômetros da vizinha Santa Bárbara, numa área isolada que só tem algumas barracas rudimentares. Dentro da construção, os detetives encontraram documentos e relógio que confirmavam a ligação com os viernos caçados. Essa descoberta permitiu prisões rápidas e abriu caminho para interrogatórios que podem revelar detalhes ainda não conhecidos sobre a operação.
Três dos três homens mortos vinham de outra cidade do Paraná, onde viajaram especificamente para cobrar uma dívida de dois centenas e cinquenta e cinco mil reais. Eles eram Robishley Hirnani de Oliveira, Rafael Juliano Marascalchi e Diego Henrique Afonso, e todos tinham deixado marcas nos corpos menos de um mês atrás. O crime ocorreu em agosto de 2025, pouco tempo depois que o plano era executado. Quando a aposta falhou, os corpos foram encontrados por vizinhos curiosos, que denunciaram o fato. Agora, a polícia sabe que o dinheiro prometido era o único motivo para que eles decidam agir com violência extrema. A tragédia gera indignação nas comunidades e choca a sociedade.
Os três suspeitos foram conduzidos para o centro policial de Umuarama, onde foram colocados sob guarda e encaminhados para o estado do Paraná. A defesa apresentou documentos que mostram que Carlos Henrique, o filho mais novo, recebeu apoio financeiro do pai e do irmão durante a fuga. Além disso, o advogado Renan Farah afirmou que possui provas de que ele não estava presente na região no momento dos atentados. Ele aguarda as audiências de custódia para confirmar a identidade de todos os envolvidos e para discutir as possíveis consequências legais. A polícia civil também alerta que outros atores poderiam ter participado das mortes, tornando a investigação mais ampla. E pode durar décadas.
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