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Pai revela última mensagem que trocou com ex antes de filhos serem mortos

O pai das quatro crianças mortas em um crime seguido de suicídio nos Estados Unidos compartilhou as últimas mensagens trocadas com a mãe delas. A conversa aconteceu poucas horas antes da tragédia, revelando uma tentativa frustrada de contato.

Brady Harmon combinou uma videochamada com os filhos para aquele dia. Sarah Myers, a mãe das crianças, não atendeu. Em vez disso, ela enviou uma mensagem de texto com um justificativa comum no cotidiano de muitas famílias.

Ela alegou que todos estavam passando mal, com vômitos, e perguntou se poderiam adiar a ligação para o dia seguinte. Brady, sem suspeitar de nada, concordou e desejou melhoras a todos. No dia seguinte, suas tentativas de contato novamente não obtiveram resposta.

A descoberta da tragédia e a dor do pai

Os corpos de seis pessoas foram encontrados dentro de uma casa em Nova York. Além das quatro crianças, estavam Sarah, de 44 anos, e sua própria mãe, Amy Steadman, de 64. As autoridades acreditam que mãe e filha agiram juntas.

A polícia local indicou que uma das crianças foi esfaqueada. As outras vítimas, incluindo as duas mulheres, parecem ter sido envenenadas. Seringas e medicamentos foram encontrados no local, além de um bilhete que apontava a responsabilidade de Amy no plano.

Os corpos só foram descobertos vários dias depois. O estado de decomposição já era avançado, indicando que a tragédia ocorreu pouco depois daquela última troca de mensagens. O pai deveria buscar as crianças para uma visita de dois dias naquela semana.

O contexto por trás do crime e a revolta pública

Brady Harmon não via os filhos desde 2019 e travou uma longa batalha judicial pela guarda. Ele finalmente conseguiu uma autorização da justiça para visitá-los. A tragédia aconteceu justamente quando esse reencontro, após anos, estava prestes a se concretizar.

Em um desabafo nas redes sociais, o pai expressou sua revolta absoluta. Ele rejeitou qualquer narrativa que tentasse justificar o ato como uma forma de "salvar" as crianças. Para ele, a realidade foi brutalmente diferente.

"As pessoas que deveriam protegê-los causaram o maior mal possível", escreveu Harmon. "Eles ficaram aterrorizados, sentiram-se traídos e foram privados de suas vidas". A investigação segue apurando todos os detalhes desse caso complexo e chocante.

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