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WhatsApp cria recurso para pais poderem controlar conta dos filhos menores de 13 anos

O WhatsApp está prestes a mudar a forma como crianças e adolescentes usam o aplicativo no Brasil. A plataforma anunciou uma nova função que permite aos pais gerenciar a conta dos filhos menores de 13 anos. A ferramenta chega nos próximos meses e dá um controle inédito sobre contatos e grupos.

A novidade é uma resposta a uma lei recente, conhecida como ECA Digital. A legislação exige que apps ofereçam proteção máxima para usuários jovens por padrão. No entanto, a solução do WhatsApp será opcional, cabendo à família decidir se quer ativá-la. A empresa afirma que a ideia surgiu de pedidos dos próprios pais.

A configuração exige que ambos os dispositivos, do responsável e da criança, estejam presentes. Após o vínculo, os pais passam a administrar a experiência digital do filho. Eles poderão definir quem pode entrar em contato e em quais comunidades o adolescente pode participar. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui.

Como funciona o gerenciamento parental

Os responsáveis terão uma aba específica dentro das configurações do próprio WhatsApp. Por lá, poderão revisar solicitações de mensagens de contatos não salvos na agenda. Também ficarão encarregados de administrar todas as configurações de privacidade da conta gerenciada.

Uma mudança significativa envolve as mensagens de visualização única. Nesse modo, fotos e vídeos desaparecem após serem vistos. Na conta com controle parental, o adolescente não poderá enviar nem receber esse tipo de conteúdo. A medida busca evitar trocas impulsivas de material sensível.

Todas essas configurações são protegidas por um PIN definido pelos pais no dispositivo do filho. Somente eles poderão acessar e alterar essas regras posteriormente. O sistema garante que o poder de personalizar a experiência digital da criança permaneça com a família.

O contexto das outras redes sociais

A iniciativa do WhatsApp não é um caso isolado no mundo digital. Grandes plataformas têm sido pressionadas por processos e estudos científicos. As críticas apontam que os ambientes virtuais podem ser danosos para a saúde mental dos jovens.

O Instagram, por exemplo, reconfigurou automaticamente contas de menores no Brasil ano passado. Perfis de usuários com menos de 18 anos ganharam uma série de restrições padrão. Para retirar esses limites, os adolescentes precisam de autorização expressa dos responsáveis.

Esse movimento reflete uma tendência global de maior responsabilidade das plataformas. A ideia é criar uma camada a mais de segurança antes mesmo do acesso. Tudo sobre o Brasil e o mundo aqui, no site Clevis Oliveira. A tecnologia, portanto, tenta equilibrar conexão e proteção nessa nova realidade.

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