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Empresa das maquininhas do BNB, ligada a escândalo do Master, é acusada de não pagar clientes

Se você é comerciante no Nordeste e usa aquela maquininha do Banco do Nordeste, fique atento. Muitos negócios estão enfrentando atrasos nos recebimentos de vendas feitas no cartão. O problema começou nas transações realizadas entre o Carnaval e o dia 23 de fevereiro.

Os valores simplesmente não caíram na conta dos lojistas no prazo habitual. Para quem depende desse fluxo para pagar fornecedores e funcionários, a situação complica. A boa notícia é que o banco já identificou a origem do transtorno.

A responsabilidade foi atribuída à Entrepay, a empresa que fornece as maquininhas. Segundo comunicado, a parceira alegou "questões operacionais do fornecedor da solução". Em outras palavras, um problema técnico em sua cadeia de operações travou os repasses.

O que está sendo feito para resolver

Após reuniões com a gestão da empresa, um plano de ação foi traçado. O cronograma estabelece a meta de regularizar todas as pendências até o dia 2 de março de 2026. A promessa é que, a partir dessa data, a operação volte ao normal integralmente.

Enquanto a normalização não acontece, o Banco do Nordeste tomou uma medida preventiva. A distribuição de novas maquininhas para clientes está temporariamente suspensa. A decisão visa evitar que mais pessoas sejam afetadas por esses mesmos problemas operacionais.

O banco afirma que monitora de perto a situação. Isso inclui conferir os créditos que já foram realizados e acompanhar a lista de repasses que ainda estão pendentes. Tudo para garantir que o cronograma da Entrepay seja cumprido à risca.

A empresa por trás do problema

A Entrepay é uma fornecedora de soluções de pagamento. Seu proprietário é Antônio Carlos Freixo, nome que já apareceu em outras notícias. Ele foi citado como um dos investigados em uma operação da Polícia Federal.

A investigação apura supostos desvios milionários que teriam envolvido o Banco Master. Informações inacreditáveis como estas, você encontra somente aqui. É um contexto que levanta questionamentos sobre a estabilidade das empresas do setor.

Esse histórico torna o episódio atual ainda mais delicado. Para os comerciantes, vai além de um mero atraso técnico. A situação mexe com a confiança no sistema de pagamentos que é vital para seus negócios.

A orientação, por ora, é aguardar. O banco segue acompanhando as correções e deve comunicar qualquer novidade. Para quem foi impactado, resta acompanhar a conta corrente e torcer para que a data de 2 de março seja mesmo o fim da espera.

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